sexta-feira, 27 de junho de 2025

27 de junho - DIA DE ORAÇÃO PELA SANTIFICAÇÃO DOS SACERDOTES

 

Todos os anos, na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, celebra-se o Dia de Oração pela Santificação dos Sacerdotes.

A data, que coincide apropriadamente com a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, é uma oportunidade para renovar o compromisso com a vida de oração e a santidade no ministério sacerdotal.

Instituído pelo Papa São João Paulo II em 1995, o Dia Mundial da Santificação Sacerdotal promove a oração pela santificação dos sacerdotes. Celebrar este dia na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus destaca a conexão entre o amor de Cristo e o chamado sacerdotal. O Coração de Jesus, símbolo do amor divino e da misericórdia, serve como modelo para os sacerdotes em sua missão de serviço abnegado e cuidado pastoral.

Que este Dia de Oração pela Santificação dos Sacerdotes, seja uma ocasião de oração para que o Sagrado Coração de Jesus, fonte e refúgio de toda existência sacerdotal, acompanhe os passos dos sacerdotes com o poder da graça divina.



Sexta-feira, 27 de junho de 2025 - Sagrado Coração de Jesus, Solenidade, Ano C

 

ORAÇÃO
"Concedei, Deus todo-poderoso, que, ao celebrar a solenidade do Coração do vosso amado Filho, recordemos com alegria as maravilhas do vosso amor e mereçamos receber desta fonte divina a abundância dos vossos dons.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”


27 de junho - SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

 

O mês de junho é tradicionalmente dedicado ao Sagrado Coração de Jesus, e a Solenidade é celebrada na segunda sexta-feira após a Solenidade de Corpus Christi, visto que a Eucaristia - Corpus Christi - é o próprio Coração de Jesus, um "Coração” que “cuida" de nós.

Em 2025, a Festa do Sagrado Coração de Jesus será celebrada no dia 27 de junho junto com o Dia de Oração pela Santificação dos Sacerdote.

Esta data coincide com o final do jubileu de 350 anos das aparições do Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque, que começou em 27 de dezembro de 2023.

O jubileu teve início no dia 27 de dezembro de 2023, quando se completaram 350 anos da primeira das três aparições. Ele se estenderá por um ano e meio, até 27 de junho de 2025, no dia que se celebra a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus e no mês em que a terceira e última aparição completará seu 350º aniversário.

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus se deve ao fato de um soldado romano com uma lança ter atravessado o lado de Jesus. “E de seu coração aberto jorrou sangue e água”. Dessa maneira Jesus revelou seu amor e sua doação por nós.

O primeiro devoto do Coração de Jesus no Brasil nascente foi São José de Anchieta que escreveu versos sobre o Coração de Jesus “a lança que abriu-lhe o peito...”. Ele estava já se antecipando nessa devoção que ainda não estava aprovada.

Santa Margarida Maria Alacoque foi uma das principais religiosas da Igreja a propagar a devoção ao Sagrado Coração de Jesus.

Nessa época, apesar de já existir, a veneração não era muito conhecida. A missão de Santa Margarida Maria Alacoque foi dar-lhe impulso e difusão universal, adaptá-la às necessidades da Igreja Católica nos tempos modernos e fixar as práticas de piedade mais adequadas às novas circunstâncias.

Ela teve uma revelação do Sagrado Coração de Jesus quando ouviu: “Meu coração Divino está inflamando de amor pelos homens e por ti. Preciso difundir as chamas do meu coração para enriquecer a todos com os preciosos tesouros do meu coração". Assim nasceu a festa do Sagrado Coração de Jesus.

A mais célebre das aparições foi em 1675, quando Jesus pediu a Santa Margarida Maria que fosse estabelecida uma festa para honrar seu Coração: a sexta-feira depois da oitava da festa do Corpo de Deus, comungando-se nesse dia e buscando desagravá-lo com atos fervorosos.

Na visão de 1688 Jesus indicou o papel que as Visitandinas e os Padres Jesuítas deviam ter na difusão da devoção ao Sagrado Coração.

Roma autorizou somente 90 anos mais tarde, em 1765, com missa própria. Somente em 1856, a pedido dos bispos da França foi estendida à Igreja universal.

Esta festa passou a ser obrigatória em toda a Igreja, a partir de 1856, por ordem de Pio IX.

Neste mesmo dia, em 1995, São João Paulo II instituiu o “Dia Mundial de Oração pela Santificação do Clero”, para que o sacerdócio fosse protegido pelas mãos de Jesus, ou melhor, pelo seu Coração, para ser aberto a todos.

As 12 Promessas do Sagrado Coração de Jesus

Jesus fez diversas promessas a Santa Margarida em favor dos que honrarem seu divino Coração. Essas promessas foram resumidas em poucos parágrafos e difundidas em todo o mundo:

1) Darei aos devotos do meu Coração todas as graças necessárias a seu estado de vida.

2) Estabelecerei e farei reinar a paz em suas famílias.

3) Serão por mim consolados em todas as suas aflições.

4) Serei para eles refúgio seguro durante a vida e, de modo especial, na hora da morte.

5) Lançarei bênçãos abundantes sobre todos os seus trabalhos e empreendimentos

6) Os pecadores encontrarão em meu Coração uma fonte inesgotável de misericórdia.

7) As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas pela prática dessa devoção.

8) As almas fervorosas subirão em pouco tempo a uma alta perfeição.

9) Minha bênção descerá sobre as casas em que estiver exposta e for honrada a imagem de meu Coração.

10) Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos.

11) As pessoas que propagarem essa devoção terão seus nomes inscritos para sempre em meu Coração, e jamais serão apagados.

12) A todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos darei a graça da penitência final e da salvação eterna.



27 de junho - NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO ou NOSSA SENHORA DA PAIXÃO

 

Hoje é celebrada a festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, padroeira dos Padres Redentoristas.

Por volta de 1496, venerava-se numa igreja da Ilha de Creta um milagroso quadro da Virgem Maria. Segundo antiga tradição, fora pintado em fins do séc. XIII por um artista desconhecido, inspirado em uma pintura atribuída a São Lucas.

O ícone original tem origem grega e foi levado para Roma no final do século XV.

(Ícone é o nome dado a uma pintura que, não sendo apenas um quadro ou uma obra de arte, é carregada de significados sagrados e leva seu observador à oração.)

A história do ícone envolve um roubo, uma tormenta em alto mar, uma mensagem de Nossa Senhora a uma criança, tempos de veneração, de esquecimento e uma guerra até chegar às mãos da Congregação do Santíssimo Redentor.

A devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro começou a ser propagada a partir de 1870 (século XIX), e espalhou-se por todo o mundo, com muitos devotos buscando a sua intercessão em momentos de dificuldade.

Em 1866, o Papa Pio IX entregou a guarda da imagem aos Redentoristas e fez esta recomendação: “Fazei com que todo o mundo conheça esta devoção.”

Fizeram então muitas cópias do ícone e a difundiram por todas as partes do mundo.

Atualmente, o quadro original encontra-se na Igreja de Santo Afonso em Roma. 

De semblante grave e melancólico, Nossa Senhora traz, no braço esquerdo, o Menino Jesus, ao qual o Arcanjo Gabriel apresenta quatro cravos e uma cruz.

Ela é a senhora da morte e a rainha da vida, o socorro seguro e certo dos que a invocam com amor filial.

"Perpétuo Socorro quer dizer socorro eterno, socorro sempre e constante, a cada instante, em todo o momento que necessitamos e suplicamos pela sua amorosa intercessão."

O centro da pintura não é Nossa Senhora, mas sim Jesus. Maria é, assim, “aquela que indica o caminho”, ou como é mais conhecida: “a via de Cristo”.

O milagroso ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro mede 53 por 41,5 centímetros, executado em madeira sobre fundo dourado.

O Ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é formado por quatro figuras: Nossa Senhora, o Menino Jesus e dois arcanjos.

A aparição dos arcanjos com uma lança, a esponja com vinagre e a cruz mostram ao Menino Jesus os instrumentos de sua Paixão. Assustado corre aos braços da Mãe. Por causa do movimento brusco, desamarra a sandália. O menino se assusta com aqueles instrumentos da cruz, abraça a Mãe e uma sandália lhe cai dos pés. Maria o acolhe com ternura e lhe transmite segurança.

O olhar de Nossa Senhora não se dirige ao Menino, mas a nós. Porém, sua mão direita nos aponta Jesus, o verdadeiro e Perpétuo Socorro. 

Jesus não olha nem para sua Mãe nem para nós, mas parece querer abarcar com seu olhar divino os dois anjos que seguram os instrumentos da Paixão: à esquerda, São Miguel, de manto verde, com a lança e a esponja de fel; à direita, São Gabriel, de manto lilás, com a cruz e os cravos que perfuraram pés e mãos do Redentor. Os Arcanjos flutuam acima dos ombros de Maria

As duas mãos de Jesus estão seguras nas mãos de Maria, gesto de confiança do Filho que se apoia na sua querida Mãe.

Sob o manto azul, Maria veste uma túnica vermelha. Nos primórdios do Cristianismo, as virgens se distinguiam pela cor azul, símbolo da pureza, e as mães pela cor vermelha, signo da caridade. Essa combinação cromática define, pois, excelentemente Nossa Senhora, Virgem e Mãe. Nota-se também o verde no forro de seu manto. Ora, a composição dessas três cores era de uso exclusivo da realeza. Assim, a dignidade régia da Rainha dos Anjos e dos Santos está bem representada em suas vestimentas.

Bem no alto do quadro, metade em cada lado, estão escritas, em letras gregas, as iniciais da expressão “Mãe de Deus”; ao lado da cabeça do Menino Jesus, as iniciais de “Jesus Cristo”; acima do anjo da esquerda, “Arcanjo Miguel”; e do anjo da direita, “Arcanjo Gabriel”.



quinta-feira, 26 de junho de 2025

26 de junho - SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ Y BALAGUER, Presbítero, Fundador da Opus Dei (“Obra de Deus”) e da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz

 

Josemaria Escrivá nasceu na Espanha em 9 de janeiro de 1902 e faleceu † a 26 de junho de 1975 em Roma. 

No dia 28 de março de 1925, Josemaria Escrivá foi ordenado sacerdote na capela do Seminário.

No dia 30, celebrou a primeira Missa na Basílica do Pilar, em sufrágio pela alma do pai. Só estavam presentes a mãe, os irmãos e alguns amigos. Desde aquele momento a Santa Missa reafirmou-se como verdadeiro centro da sua vida.

No dia 2 de outubro de 1928, Josemaria Escrivá encontrava-se na casa central dos Padres de São Vicente de Paulo em Madri, fazendo um retiro espiritual juntamente com outros sacerdotes da diocese e foi então que viu, com total clareza, a missão de que Deus o incumbia, aquilo pelo qual vinha rezando desde a sua juventude.

O Padre Josemaria ajoelhou-se, comovido, enquanto repicavam os sinos da igreja próxima de Nossa Senhora dos Anjos, no dia da sua festa. “Tinha vinte e seis anos, graça de Deus e bom humor. E nada mais. E tinha de fazer o Opus Dei”. São Josemaria viu, na luz fundacional do 2 de outubro, que o Opus Dei se dirigia a todo o tipo de pessoas.

No dia 14 de fevereiro de 1930 recebeu uma nova graça interior que o fez aprofundar na luz fundacional do dia 2 de outubro: percebeu, enquanto celebrava a missa, que devia começar o apostolado do Opus Dei com mulheres.

Na manhã do dia 14 de fevereiro de 1943, enquanto celebrava a Santa Missa num centro do Opus Dei, desenhou o selo do Opus Dei – a Cruz no mundo – e começou a falar da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz.

Pio XII deu ao Opus Dei a aprovação definitiva em 1950.

Uma obra que permitisse a qualquer um se tornar santo”: foi o ideal que estimulou o jovem Josemaria Escrivá.

A sua história é a de um sacerdote “apaixonado por Deus”, que repetia sempre: “De cem almas, nos interessam as cem”. 

Ao organizar suas anotações, - propósitos, inspirações, ideias – como por uma fulguração, Josemaria “viu” a Obra que Deus lhe pedia: “Pessoas de todas as nações e raças, de todas as idades e culturas buscavam a Deus e o encontravam na vida de cada dia; santificavam seu trabalho, humilde ou prestigioso que fosse; cristianizavam seus ambientes, como por contágio”.

Esta é, por providência divina, a realidade atual do Opus Dei, formado por milhares de mulheres e homens das mais diversas profissões, culturas e mentalidades.

Em 1952, depois de ter preparado a iniciativa com muita oração, fundou a Universidade de Navarra, em Pamplona, Espanha.

Sob o seu impulso apostólico, nasceu também em 1969, a Universidade de Piura, no Peru.

E, a partir de então, sucederam-se outras instituições universitárias muito diversificadas em todo o mundo, abertas a todos, com um profundo desejo de servir a sociedade e de iluminar todas as realidades humanas com a luz do Evangelho.

No dia 26 de junho de 1975, às 12 da manhã, faleceu no seu lugar de trabalho.

A notícia do seu falecimento difundiu-se rapidamente por todo o mundo.

No dia 6 de outubro de 2002, na Praça de São Pedro no Vaticano, perante uma multidão de mais de 300 mil pessoas de todas as idades e condições procedentes dos cinco continentes, o Papa João Paulo II celebrou a solene cerimônia de canonização de São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei.



terça-feira, 24 de junho de 2025

Terça-feira, 24 de junho de 2025 - Natividade de São João Batista, Solenidade, Ano C

 

ORAÇÃO
"Senhor nosso Deus, conduzi a vossa família pelo caminho da salvação, para que, fiel aos ensinamentos do Precursor são João Batista, possa ir confiadamente ao encontro de Cristo, por ele anunciado.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”


24 de junho - NATIVIDADE DE SÃO JOÃO BATISTA

 

A solenidade da Natividade de João Batista é uma das celebrações mais antigas da Igreja introduzidas tanto nas liturgias orientais (gregas) quanto ocidentais (latinas) para homenagear um santo. Há relatos de que já era celebrada publicamente no século IV.

João Batista era filho de Zacarias e Isabel, ambos com idade avançada, sendo Isabel estéril. Seu nascimento foi considerado um milagre.

São João Batista, o Precursor do Senhor, já no seio materno, por virtude do Espírito Santo, exultou de alegria com a vinda da salvação humana, profetizando com o próprio nascimento o Senhor Jesus Cristo. De tal modo se manifestou nele a graça divina, que o próprio Senhor disse a seu respeito: «Entre os filhos de mulher, não apareceu ninguém maior do que João Batista».

Os que tinham ido participar da circuncisão de João Batista, queriam colocar o nome do seu pai, Zacarias. Mas, quem interveio, caso muito raro, foi Isabel, que disse “João”.

O Arcanjo Gabriel anunciou ao seu esposo Zacarias, o nascimento de um filho: “Não temas Zacarias – disse-lhe – a tua oração foi ouvida e tua mulher, Isabel, dará à luz um filho, e lhe porás o nome de João. E terás prazer e alegria e muitos se alegrarão no seu nascimento, porque será grande diante do Senhor”. (Lc 1,13)

Zacarias havia começado mal com Deus, demonstrando a sua incredulidade, que o levou a ficar mudo. Agora, obedecendo ao que Deus lhe havia pedido - para chamar João - começava uma nova história.

Lucas fala a respeito da infância de João: o menino foi crescendo e fortificando-se em espírito e viveu nos desertos até o dia em que se apresentou diante de Israel.

A solenidade do nascimento de João foi oficialmente estabelecida no Concílio da Igreja de Agde, em 506. A partir de então, os católicos celebraram o nascimento de João Batista em 24 de junho.

Esta é uma das poucas festas litúrgicas dedicadas ao nascimento de um santo, e João Batista é considerado o santo mais próximo de Cristo e, dia 29 de agosto, celebrará a memória do seu martírio.

João Batista pregava a conversão e batizava as pessoas no rio Jordão, preparando o povo para o batismo de Jesus. O sobrinho da Virgem Maria foi o último profeta e o primeiro apóstolo.

O próprio Jesus disse: “Em verdade vos digo que entre os nascidos de mulher não há ninguém maior do que João Batista” (Mt 11,11): o último dos grandes Profetas de Israel, o primeiro a dar testemunho de Jesus e a iniciar o batismo para o perdão dos pecados; neste contexto, ele batizou Jesus; e foi mártir em defesa da lei Judaica.





24 de junho - NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ DE MEDJUGORJE

 

Nossa Senhora de Medjugorje, também conhecida como Rainha da Paz, é a invocação dada à Virgem Maria em relação às supostas aparições relatadas por seis crianças em Medjugorje, na Bósnia e Herzegovina, em 1981.

O lugar ganhou expressão mundial a partir de 1981, quando começaram as mais intensas e longas aparições da Virgem Maria.

De acordo com os relatos, em 24 de junho de 1981, seis crianças de origem croata tiveram uma visão de Nossa Senhora na pequena cidade de Medjugorje, hoje Bósnia e Herzegovina, na época parte da República Socialista Federativa da Iugoslávia.

A população é formada por famílias de camponeses humildes de tradição católica, cuja vida social está toda ligada às atividades paroquiais.

Nossa Senhora de Medjugorje também conhecida como Rainha da Paz, descrita por todos os "videntes" como uma jovem mulher de estatura mediana, semblante sereno, olhos azuis, pele branca e rosada, cabelos negros cobertos com um véu branco.

Seu vestido em geral é cinza claro. Acima da cabeça tem doze estrelas e seus pés estão sobre uma nuvem. 

"Na igreja principal de Medjugorje, oficialmente dedicada a São Tiago, nada se menciona oficialmente sobre as recorrentes aparições, uma funcionária da secretária reafirmou que o fenômeno persiste. Inquirida a respeito, ela disse que o local exato costuma ser revelado poucas horas antes a taxistas que atendem à comunidade — e levam os fiéis ao ponto específico". 

As "5 pedrinhas" foram transmitidas por Nossa Senhora em Medjugorje, para vencer o poder e a influência do mal e do pecado.

Nossa Senhora teria dito: “Eu lhes dou a arma contra o seu Golias. Aqui estão as cinco pedrinhas”:

  • Receber a Sagrada Eucaristia com frequência, se possível, diariamente;
  • Ler e meditar pequenos trechos da Bíblia Sagrada para pôr em prática no dia a dia. (Todas as quintas-feiras ler e meditar Mt 6, 24-34);
  • Rezar o Rosário completo, diariamente;
  • Confessar-se mensalmente;
  • Jejuar a pão e água às quartas e sextas-feiras.

Para Nossa Senhora, “Golias” são os nossos inimigos espirituais que nos afastam de Deus e nos conduzem ao pecado.

A Igreja Católica reconheceu a devoção em Medjugorje, mas não deu um parecer oficial sobre a autenticidade das aparições. o fenômeno Medjugorje ganhou fama entre católicos.

Mais de três décadas depois, a Virgem continua "aparecendo diariamente", ratificando a urgência da conversão, para que reine a paz no planeta.

Estas aparições são um local de grande devoção e peregrinação para católicos em todo o mundo.

Em 2010, o papa Bento XVI criou uma comissão para investigar as aparições. “Essa comissão deu parecer positivo, de forma inicial, para as primeiras, aquelas de 1981. Não foi um reconhecimento formal do papa, mas uma indicação de que algo de sobrenatural parece ter acontecido ali”.

Oficialmente, conforme relatório produzido pelo Vaticano em 2014, as sete primeiras aparições foram classificadas como de “caráter sobrenatural” — ou seja, são as que teriam ocorrido entre 24 de junho e 3 de julho de 1981. Todas as demais, segundo os peritos, não deveriam ser consideradas autênticas.

Em 2015, a Congregação para a Doutrina da Fé determinou que os "videntes" e os clérigos de Medjugorje estão proibidos de divulgar as mensagens supostamente ditas por Nossa Senhora aos "videntes

Em 2017, o papa Francisco disse que a mãe de Jesus não era “chefe dos correios”, para “todos os dias mandar uma mensagem na hora certa”. A continuidade das aparições e a forma como isso acontece ainda hoje, é que foi questionado pelo papa Francisco”

As controvérsias têm a ver com o fato de que há pessoas que alegam ver Nossa Senhora até hoje e, segundo elas, há momentos específicos, marcados, para conversar com Maria”.

Papa Francisco adotou uma postura dúbia: ao mesmo tempo em que não reconhecia o fenômeno das aparições, incentivava as peregrinações e as orações a Nossa Senhora. Tanto é que, depois de anos de questionamentos, sob seu pontificado finalmente as peregrinações a Medjugorje foram autorizadas oficialmente pela Igreja, a partir de 2019.

Com um senão: os católicos não podem, segundo o Vaticano, participar dos eventos onde os "videntes" dizem receber as tais mensagens. Além disso, os "videntes" não podem realizar eventos religiosos em nenhuma diocese do mundo. E a paróquia de Medjugorje, uma construção de 1969 em honra a São Tiago, não pode ser chamada de santuário mariano.


FONTE:
http://www.nossasenhorademedjugorje.org/pedrinhas.html
https://www.bbc.com/portuguese/articles/
https://www.medjugorje.org.br/secao.php?menu=medjugorje 


domingo, 22 de junho de 2025

Domingo, 22 de junho de 2025 - 12º Domingo do Tempo Comum, Ano C

 

ORAÇÃO
"Concedei-nos, Senhor, a graça de sempre temer e amar vosso santo nome, pois nunca cessais de conduzir os que firmais solidamente no vosso amor.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”


sábado, 21 de junho de 2025

Sábado, 21 de junho de 2025 - São Luís Gonzaga, religioso, Memória

 

ORAÇÃO
"Senhor nosso Deus, autor dos dons celestes, que reunistes no jovem são Luís Gonzaga a prática da penitência e uma admirável pureza de vida, concedei-nos, por seus méritos e intercessão, que, não o tendo imitado na inocência, o imitemos na penitência.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”