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Na segunda-feira depois de Pentecostes, a Igreja celebra a Memória de "Maria Mãe da Igreja". Desde o Concílio de Éfeso, no século IV, é verdade de fé que Maria é Mãe de Deus, pois Ela concebeu no seu ventre o Senhor Jesus, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade. Ela é Mãe de Cristo e do Corpo de Cristo, Ela é Mãe da Igreja. O Papa são Paulo VI, no final da terceira sessão do Concílio Vaticano II, em 21 de novembro de 1964, declarou a Bem-Aventurada Virgem “Mãe da Igreja, isto é, de todo o povo cristão, tanto dos fiéis como dos pastores que a chamam de Mãe amantíssima” e decidiu que todo o povo cristão honrasse, agora ainda mais, com este santíssimo nome, a Mãe de Deus. Em 1980, João Paulo II inseriu nas Ladainhas Lauretanas a veneração a Nossa Senhora como Mãe da Igreja. No Decreto “Ecclesia Mater” da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, divulgado em 3 de março de 2018, mas com data de 11 de fevereiro de 2018, o Papa Francisco inscreveu esta memória no Calendário Romano geral e ficou estabelecido que a recorrência seja celebrada na segunda-feira após Pentecostes. Depois, chegou o decreto desejado pelo Papa Francisco que, na memória de 10 de junho de 2019, escreveu um tweet que continua atual: “Maria, mãe da Igreja, ajuda-nos a entregar-nos plenamente a Jesus, a crer no seu amor, sobretudo nos momentos de tribulação e de cruz, quando nossa fé é chamada a amadurecer”. Virgem Maria recebeu o título de Mãe da Igreja (Mater Ecclesiae) por ser reconhecida como mãe espiritual de todos os cristãos. Aos pés da cruz, Jesus confiou Maria ao discípulo amado e, nele, a toda a Igreja. Maria acompanhou os discípulos em oração e permaneceu presente no início da comunidade cristã, especialmente antes de Pentecostes. Maria como mãe espiritual e modelo da Igreja. Maria acolhe, protege e conduz os fiéis a Cristo, ajudando a Igreja a permanecer unida e fiel ao Evangelho. Mensagem “Maria, Mãe da Igreja, acompanha e protege todos os discípulos de Jesus.” Dimensão Catequética • Fortalece a compreensão de Maria como mãe espiritual dos cristãos. • Incentiva devoção mariana equilibrada e cristocêntrica. • Mostra Maria como modelo de fé, obediência e serviço. • Recorda a importância da unidade e comunhão na Igreja. • Estimula oração e confiança na intercessão materna de Maria. Fundamentação Bíblica João 19,26-27
“Mulher, eis aí teu filho… Eis aí tua mãe.”
Atos 1,14
“Todos perseveravam unidos em oração, juntamente com Maria.” Lucas 1,38
“Faça-se em mim segundo a tua palavra.”
Apocalipse 12,17
Refere-se à mulher e sua descendência fiel a Deus. Valores Cristãos • Fé • Obediência • Amor materno • Unidade • Oração • Serviço Aplicação para a Vida Maria, Mãe da Igreja, inspira os cristãos a viverem unidos, perseverantes na oração e comprometidos com a missão de Jesus. Seu exemplo ensina acolhimento, disponibilidade e fidelidade a Deus no dia a dia. |