sexta-feira, 23 de maio de 2025

23 de maio - NOSSA SENHORA DO CENÁCULO

 

O título "Nossa Senhora do Cenáculo" refere-se a Maria, mãe de Jesus, e está associado ao local onde ela se encontrava com os apóstolos, após a ascensão de Jesus, antes do Pentecostes.

A devoção à Santíssima Virgem do Cenáculo está fundamentada nas Sagradas Escrituras (Cf. At 1,12-14), que falam da presença de Maria no Cenáculo, junto aos apóstolos e alguns outros discípulos, depois da Ascensão do Senhor, na espera do Espírito Santo. 

O Cenáculo era uma sala grande, situado na cidade de Jerusalém, cedida por um amigo de Jesus. Tal sala conserva-se até hoje em Jerusalém, na chamada “Cidade Velha”, perto do monte Sião. Trata-se de um local importante para a fé cristã, pois ali aconteceu a última ceia, onde Jesus instituiu a Eucaristia, a vinda do Espírito Santo no dia de Pentecostes e vários outros fatos marcantes.

Após a morte de Jesus, seus discípulos estavam desanimados, desapontados e com muito medo. Maria foi a Mãe que permaneceu ao lado deles em todos os momentos. Com eles e outras mulheres permaneceu no Cenáculo, animando-os e encorajando-os. Sua presença, sua palavra, oração e atitude fizeram com que os apóstolos permanecessem unidos esperando a vinda do Espírito Santo que Jesus havia prometido.

O Cenáculo de Jerusalém era o lugar da espera confiante, o lugar onde os apóstolos e as mulheres que seguiram de perto Jesus permaneceram reunidos e unidos com Maria. Por isso, ela é no Cenáculo a Mãe que mantém unidos os filhos.

O Cenáculo é a sede da sabedoria, o lugar da reunião e união dos apóstolos, o lugar privilegiado do início da Igreja. Nossa Senhora do Cenáculo é a Mãe, a Rainha dos Apóstolos. É aquela que depois de Jesus mais se empenhou na educação e formação da fé dos apóstolos e dos primeiros discípulos da era cristã.

O Cenáculo foi o lugar onde Jesus fez sua primeira aparição aos apóstolos, no dia de sua ressurreição. Na ocasião, Ele disse: “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós. Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos”.(Jo 20,21-23).

É provável que Maria estivesse também presente quando o Senhor Ressuscitado apareceu aos apóstolos nesse mesmo cenáculo, depois de ter aparecido a Ela em primeiro lugar, de acordo com uma antiga tradição, recolhida por São João Paulo II nas suas Catequeses marianas. 

O Pentecostes de Nossa Senhora aconteceu no momento da Anunciação, onde o Espírito Santo entra em sua vida e torna-se seu Esposo, acompanhando-a a partir desse momento ao longo de sua vida.


quinta-feira, 22 de maio de 2025

22 de maio - SANTA RITA DE CÁSSIA, religiosa agostiniana

 

Santa Rita de Cássia nasceu por volta de 1381, em Roccaporena, um vilarejo localizado no sopé do Monte Rucino, no município de Cássia (Úmbria, Itália).

Santa Rita de Cássia, religiosa agostiniana, viveu na Úmbria, região da Itália central, no século XV que, casada com um esposo violento, suportou pacientemente a sua crueldade e o reconciliou com Deus. 

Depois de ter perdido o esposo e os filhos, Rita procurou as Irmãs Agostinianas do Mosteiro de S. Maria Madalena, em Cássia. Em virtude do histórico violento de seu esposo e das rixas entre seus cunhados e a família dos assassinos, foi-lhe negado o ingresso por três vezes, sendo-lhe permitido somente após uma reconciliação pública entre as famílias. Era o ano de 1407 ou 1413, e Rita tinha cerca de 30 anos.

No Mosteiro, Rita se dedicava ao máximo para viver como uma irmã religiosa perfeita. Se submeteu docilmente a todo processo de formação, aprimorou o dom da pobreza doando tudo o que possuía, aprofundou-se na escuta da Palavra e da regra agostiniana, e principalmente, fez-se em tudo obediente. Por fim professou solenemente seus votos perpétuos de pobreza, castidade e obediência.

Se não bastasse todo o sofrimento que a vida lhe ofertara, Rita ansiava por viver na carne uma parcela das dores vividas por Cristo em sua paixão. Este desejo foi a causa de muitas de suas orações, e sua prece foi atendida em 1432: enquanto contemplava o Crucifixo, sentiu um espinho da coroa de Cristo cravar em sua testa, produzindo uma ferida profunda. Para muitos biógrafos, tal ferida era dolorosíssima, com constante sangramento, e expelia um odor pútrido, obrigando Rita a viver isolada das demais religiosas. Tal ferida só desapareceu momentaneamente por ocasião de uma peregrinação à Roma, para a canonização de São Nicolau de Tolentino, em 1446.

Após o retorno de Roma a ferida abriu-se novamente, e sangrou por sete anos. Destes, em virtude de uma vida de penitência e sofrimentos, Rita viveu quatro anos acamada.

Percebendo a proximidade do encontro com seu Amado, Rita pediu o Sacramento dos Enfermos, e no dia 22 de maio de 1447, entregou sua alma ao Criador. No mesmo instante todos os sinos do Mosteiro tocaram sem que ninguém os movessem, abelhas negras (api nere) e um perfume de rosas invadiram o convento. No quarto de Rita se podia ver uma grande luminosidade, e por fim, a chaga se fechou. 

O corpo de Rita não foi enterrado, mas foi colocada numa caixa de cipreste, que se perdeu num incêndio posterior. O corpo, no entanto, saiu milagrosamente ileso e foi colocado em um sarcófago de madeira, obra de Cesco Barbari, um carpinteiro local, e decorado em 1457 por Antonio da Norcia. As pinturas representam Rita como estava na época de seu falecimento, e é a representação mais antiga da Santa. Atualmente o corpo de Santa Rita está incorrupto, em uma urna transparente, na nova Basílica de Cássia.

Apesar dos inúmeros milagres, Rita só foi beatificada cento e oitenta anos após a sua morte, em 16/07/1627, pelo Papa Urbano VIII, que conhecia bem a sua história por ter sido Bispo de Spoleto, Diocese a que pertence Cássia. Mais duzentos e setenta e três anos foram necessários para que em 24/05/1900, o Papa Leão XIII a canonizasse solenemente, embora para o povo já fosse santa e modelo de santidade desde 1381.

A vida de santa Rita de Cássia foi uma das mais sofridas na história da Igreja católica. Os seus devotos chamam-na de "santa dos impossíveis", porque desde o dia de sua morte ela tem realizado milagres muito prodigiosos, coisas consideradas impossíveis. Graças à sua intercessão, foram resolvidos, milagrosamente, diversos casos insolúveis.


terça-feira, 20 de maio de 2025

20 de maio - SANTA LÍDIA

 

Comemoração de Santa Lídia, de Tiatira, comerciante de púrpura, que foi a primeira a acreditar no Evangelho em Filipos, na Macedônia, ao ouvir a pregação de Paulo.

Lídia era uma mulher rica, influente, líder e empreendedora. Ela era comerciante de púrpura nascida em Tiatira, Grécia, e estabelecida em Filipos, colônia romana, também na Grécia.

Depois de ouvir São Paulo falar sobre Jesus Cristo. ela quis ser batizada e levou junto toda a sua família. 

Foi a primeira mulher a se fazer cristã na Europa, e uma das primeiras aclamadas santas e veneradas desde o início do cristianismo, era filha espiritual de São Paulo e seus companheiros Lucas, Timóteo e Silas (At 16,14-15). 

Sua abastada residência foi o lugar de descanso para os missionários e a comunidade onde se reuniam os cristãos da região para a celebração dos santos mistérios. “Dessa maneira, a casa de Lídia tornou-se a primeira igreja na Europa”.

Cardeal César Barônio, encarregado pelo Papa Gregório XIII da revisão do Martirológio Romano no século XVI, foi quem a introduziu no catálogo dos Santos.


domingo, 18 de maio de 2025

18 de maio - NOSSA SENHORA DA COMUNICAÇÃO

 

O título de Nossa Senhora da Comunicação tem a sua origem no Brasil e é muito recente, posterior ao ano de 1931.

Foi o nome que deram os religiosos salesianos de Itatiaia a uma imagem que receberam de presente, vinda da França.

A imagem francesa é uma réplica da obra do artista francês Albert Roze, situada no cume da torre da Basílica de Nossa Senhora de Brebières, na cidade de Albert (Somme, França). 

Durante a Primeira Guerra Mundial, por volta do ano de 1915, a Basílica de Albert, foi destruída por bombardeios; no alto da torre da Igreja com 62 metros, uma Imagem Dourada de Nossa Senhora apresentando seu filho, o menino Jesus, manteve-se intacta e permaneceu em equilíbrio como que por um milagre. 

Após a Guerra, a Basílica foi reconstruída e a imagem de Nossa Senhora tornou-se mais imponente, resistindo à destruição humana. 

O artista italiano que reside em Belo Horizonte, Gianfanco Cerri, produziu uma réplica da imagem que foi colocada no Instituto de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Salesiana em Roma na Itália.

No Brasil, a imagem se tornou popular a partir de uma réplica doada aos salesianos de Itatiaia, em Minas Gerais, que a nomearam de “Nossa Senhora da Comunicação”.

Através da devoção, iniciada pelos salesianos de Minas Gerais, a imagem de Nossa Senhora da Comunicação foi conquistando o coração de tantos fiéis que trabalham na comunicação das paróquias e comunidades do Brasil, de forma que hoje ela é conhecida como a padroeira da Pastoral da Comunicação, justamente por nos apresentar aquele que é o centro e o sentido de toda ação pastoral que realizamos: Jesus, o Verbo Encarnado.

Nossa Senhora da Comunicação, se tornou padroeira da Pastoral da Comunicação em virtude de Maria, a nossa mãe, ter comunicado a notícia mais importante do mundo, da História, que era e é o nascimento do filho de Deus, o Verbo que se fez carne e habitou no meio de nós. 

O nascimento de Jesus dividiu a história em antes de Cristo (a.C) e depois de Cristo (d.C.). Maria que com o seu “sim”, comunicou a Graça de Deus, da nova e eterna aliança de Deus para conosco através do seu filho Jesus, que veio resgatar a nossa Santidade, através da sua ressurreição, nos dando a nossa Salvação. Maria que recebeu a Graça de Deus, através do seu “sim”, onde foi concebida pelo poder do Espírito Santo. Ave Maria!


Domingo, 18 de maio de 2025 - 5º Domingo da Páscoa, Ano C

 

ORAÇÃO
“Deus eterno e todo-poderoso, realizai sempre em nós o mistério da Páscoa, e, aos que vos dignastes renovar pelo santo Batismo, concedei, com o auxílio de vossa proteção, dar muitos frutos e chegar às alegrias da vida eterna.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”


 

quarta-feira, 14 de maio de 2025

Quarta-feira, 14 de maio de 2025 - São Matias, Apóstolo, Festa, Ano C

 

ORAÇÃO
“Senhor nosso Deus, que escolhestes são Matias para tomar parte no ministério dos apóstolos, concedei, por sua intercessão, que nos alegremos sempre no vosso amor e sejamos um dia contados entre os vossos eleitos.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”


14 de maio - SÃO MATIAS, apóstolo

 

Festa de São Matias, Apóstolo, que seguiu o Senhor Jesus desde o batismo de João até o dia em que Cristo subiu ao Céu; por isso, depois da Ascensão do Senhor, foi chamado pelos Apóstolos para ocupar o lugar do traidor Judas, a fim de que, contado entre os Doze, fosse testemunha da ressurreição do Senhor (At 1, 15-26).

O Santo Apóstolo Matias era natural de Belém e um dos descendentes da tribo de Judá. 

Desde a sua infância em Jerusalém, dedicou-se à meditação da Lei de Deus através do estudo dos livros sagrados e, sob a orientação de São Simeão, o Receptor de Deus, foi instruído na vida e nas virtudes. Em tudo, procurava ser agradável a Deus, seguindo estritamente o caminho dos Divinos Mandamentos.

Matias foi contado entre os setenta e dois outros discípulos que «o Senhor designou e enviou, dois a dois, adiante de si, por todas as cidades e lugares para onde ele tinha de ir» (Lc 10,1), tendo antes seguido Jesus desde o começo de sua vida pública, testemunhando e vivendo todo o drama da sua paixão, morte e ressurreição. 

Após a descida do Espírito Santo, os apóstolos fizeram a distribuição dos lugares onde deviam levar o Evangelho. Ao apóstolo Matias coube a região da Judéia, onde percorreu cidades e povoados proclamando a boa-nova da presença do Salvador do mundo, na pessoa de Jesus Cristo.

O livro do Atos dos Apóstolos relata que o apóstolo Matias pregou o Evangelho na Judéia e em Jerusalém, juntamente com os outros Apóstolos (At 6,2;8,14), Sua pregação não se restringiu aos judeus, alcançando também os gentios. 

Diz ainda a Tradição que São Matias levou o Evangelho aos habitantes da Etiópia, e lá teve de suportar muitas e diversas formas de aflições, Ainda que sejam poucos os relatos sobre a sua vida, sabe-se que ele sofreu o martírio em Colchis, apedrejado por ordem do sumo sacerdote Ananias, e recebeu a coroa de mártir, oferecendo sua vida por amor a Cristo, no ano 63.



terça-feira, 13 de maio de 2025

13 de maio - NOSSA SENHORA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

 

A história da invocação “Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento” tem a sua origem no título que São Pedro Julião Eymard deu a Maria, em princípio, como uma forma privada que ele tinha para honrar a Maria, e que deixou escapar durante uma palestra dada aos noviços, ocasião em que os incentivou a honrar a Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento e a rezar sempre a jaculatória “Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, rogai por nós! ”.

Ele conferiu o título de Nossa Senhora do SS. Sacramento à Santíssima Virgem, no século XIX, para imprimir, numa palavra característica, todos os laços que unem Maria a seu Filho Sacramentado – Jesus na Eucaristia. 

Maria, como mãe, foi o tabernáculo vivo de Cristo Jesus, que Ela gerou, que ela adorou, que Ela deu e manifestou aos homens, portanto o primeiro sacrário a transportar Jesus Eucarístico. A base da relação entre Maria e a Eucaristia, é o mistério da Encarnação.

O Papa Pio IX foi quem reconheceu o valor desta jaculatória criada por São Pedro Julião, e o Papa Pio X manifestou que “o título de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento é de um sentido pleno”.

Finalmente, esta invocação de Maria teve seu pleno e definitivo reconhecimento para toda a Igreja através do Papa João XXIII, no final da última sessão do Concílio Vaticano II, no dia 09 de dezembro de 1962, durante a canonização de São Pedro Julião Eymard, ficando estabelecida sua festa para o dia 13 de maio, mesmo dia da fundação da Congregação.

Pedro Julião Eymard nasceu no norte da França, em Esère, no dia 4 de fevereiro de 1811, primeiro filho de um casal de simples comerciantes, profundamente religioso. Todos os dias, sua mãe levava-o à igreja, para receber a bênção eucarística. Assim, aos cinco anos de idade, despontou sua vocação religiosa e sacerdotal.



13 de maio - NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

 

Em maio de 1917 o Papa Bento XV, em meio a Primeira Guerra Mundial, convocou todos os católicos para se unirem em oração e pedirem a Nossa Senhora que intercedesse na guerra e trouxesse paz para aquele momento. 

E foi a partir daí que começa a história de Nossa Senhora de Fátima.

Oito dias após a convocação do Papa, em resposta as orações, Nossa Senhora de Fátima fez sua primeira aparição em 13 de maio de 1917 na pequena aldeia de Fátima em Portugal. Em um local chamado “Cova de Iria”, ela apareceu para três pequenos pastorinhos: Lúcia dos Santos, Francisco e Jacinta Marto, pedindo-lhes orações, penitência e conversão.

A Virgem Maria apareceu seis vezes aos três pastorzinhos e pediu que rezassem o terço diariamente e que sofressem os sofrimentos que lhes fossem enviados como ato de reparação, também pediu que se reunissem na Cova da Iria todos os dias 13 de cada mês, por seis meses, e que rezassem o terço diariamente.

Foi em sua terceira aparição que a Virgem pediu para incluir, após cada Mistério do terço, a oração: “Ó meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem”.

A Virgem transmitiu a mensagem de que a paz no mundo dependia da conversão dos pecadores, da reparação pelos pecados e revelou que os conflitos rurais, urbanos, familiares e pessoais somente seriam pacificados quando no coração humano pulsassem os sentimentos do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria.

A Igreja Católica reconheceu as aparições em 1930 e autorizou o culto a Nossa Senhora de Fátima.



segunda-feira, 12 de maio de 2025

12 de maio - SÃO PANCRÁCIO, mártir

 

São Pancrácio, mártir romano, que, segundo a tradição, ainda adolescente, converteu-se ao cristianismo e, por isso, acabou na rede da perseguição de Diocleciano no início do século IV. Por recusar-se a renegar a Cristo, foi condenado à decapitação com 14 anos de idade. Morreu por Cristo, em Roma, a duas milhas na Via Aurélia.

Sobre o seu sepulcro, o papa São Símaco levantou uma célebre basílica, e o papa São Gregório Magno reuniu frequentemente o povo nesse lugar, para que ali compreendesse o testemunho do verdadeiro amor cristão.

Pancrácio faz parte do rol das tantas crianças-mártires da Igreja. 

A fama de santidade de são Pancrácio se espalhou e sua devoção é muito intensa até hoje.

Ele é o padroeiro dos enfermos na Itália, padroeiro dos trabalhadores na Espanha e padroeiro da Juventude da Ação Católica na América Latina.