segunda-feira, 12 de maio de 2025

12 de maio - SÃO NEREU e SANTO AQUILES, mártires

 

São Nereu e Santo Aquileu (ou Aquiles), mártires romanos do século III, que, como narra o papa São Dâmaso, eram pretorianos, ou seja, guardas militares romanos, que têm a tarefa especial de proteger de perto o imperador Diocleciano e, constrangidos pelo temor, se preparavam para obedecer às ímpias ordens do magistrado; mas, convertidos ao verdadeiro Deus, à fé de Cristo, deitaram fora os escudos, armaduras e dardos, abandonaram o acampamento e, confessando a fé de Cristo, gozaram o seu triunfo. 

Foram condenados à morte, em finais do século III, provavelmente decapitados durante a perseguição anticristã do imperador Diocleciano. 

O seu sepulcro conserva-se no cemitério de Domitila, junto à Via Ardeatina, em Roma, onde há uma basílica edificada em sua honra. Os dois Santos também são venerados em uma basílica nas Termas de Caracala.



domingo, 11 de maio de 2025

11 de maio - NOSSA SENHORA DAS DIVINAS VOCAÇÕES

 

Nossa Senhora das Divinas Vocações é o título com o qual Maria, a Mãe de Jesus, é venerada pela família da Sociedade das Divinas Vocações, que, atualmente, compreende duas Congregações Religiosas (Religiosos Vocacionistas e Irmãs Vocacionistas) e um Instituto Secular (Apóstolos da Santificação Universal) pelos agentes da Pastoral Vocacional/SAV e vocacionados de diversas Dioceses de nosso país.

Esta celebração coincide com o Dia Mundial de Oração pelas Vocações.

Este título de Nossa Senhora das Divinas Vocações foi conferido por D. Giuseppe Petrone, bispo de Pozzuoli, diocese na qual se encontra Pianura, cidade da periferia de Nápoles (Itália), onde nasceram as Congregações Vocacionistas.

O Pe. Justino Russolillo, fundador dos referidos institutos, deixou escrito em seu diário como se deu esse episódio. O fundador tinha recebido da família Marrucco, amiga e benfeitora do Pe. Justino e de suas Obras Vocacionais, uma estátua de Nossa Senhora. Essa estátua de Maria tinha aos seus pés as figuras de dois jovens vocacionados.

No dia 14 de julho de 1931, o bispo D. Giuseppe Petrone, que tinha dado a aprovação diocesana ao título de Nossa Senhora das Divinas Vocações, às Congregações Vocacionistas, quando veio em visita ao vocacionário (casa que recebe os jovens para o discernimento vocacional mais específico), viu a estátua doada pela família Marrucco e a denominou, invocando-a em alta voz: “Nossa Senhora das Divinas Vocações, rogai por nós”. Conforme o costume da época aplicou 50 dias de indulgência, com autorização de publicá-la com a data de 16 de julho de 1931, festa de Nossa Senhora do Carmo.

O período anterior a este acontecimento tinha sido muito conturbado para as duas Congregações. O Pe. Justino Russolillo viu-se, de repente, atingido por tantas dificuldades e desafios, como costuma acontecer na aurora de todo instituto e de toda obra realmente divina. O fundador, vendo esgotados todos os recursos humanos, recorreu à Maria, pedindo que ela intercedesse junto ao Filho em favor das Obras por ele iniciadas.

Aos 11 de maio de 1926, enquanto no quintal de sua casa paterna pedia luzes do alto, teve uma certeza interior, que assim anotou em sua agenda: “Foi-me infundida a certeza de que a Santíssima Trindade destinou Nossa Senhora para exercer o cargo de Superiora da Sociedade das Divinas Vocações. Ela é a autoridade das nossas Congregações”.

Visão? Iluminação interior? Perguntado, depois, sobre o fato, Pe. Justino respondeu: “Mas qual visão? Foi somente uma certeza íntima, uma locução interior… Estava debaixo da ameixeira de nossa casa, implorando luzes do alto…

Obtida a certeza de que a Santíssima Trindade confiava a Obra nascente à Nossa Senhora, Pe. Justino, com uma carta circular, ordenou que em toda casa vocacionista existisse sempre um quarto para Maria, a Superiora das Congregações Vocacionistas.

Desde então, os religiosos e religiosas vocacionistas passaram a acrescentar o nome de Maria ao próprio e todas as casas reservam um quarto para Nossa Senhora, a Superiora dada pela Santíssima Trindade.

Para fazer memória deste acontecimento a Família da Sociedade das Divinas Vocações celebra a Festa de Nossa Senhora das Divinas Vocações no dia 11 de maio.




Domingo, 11 de maio de 2025 - 4º Domingo da Páscoa, Ano C - Domingo do Bom Pastor - Dia Mundial de Oração pelas Vocações - Dia das Mães

 

ORAÇÃO
“Deus eterno e todo-poderoso, conduzi-nos à comunhão das alegrias celestes, para que a fragilidade do rebanho chegue onde a precedeu a fortaleza do pastor, Jesus Cristo.
Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”


 

11 de maio - 62º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

 

A cada ano, na riqueza da Liturgia Pascal, temos a graça de celebrar no IV Domingo da Páscoa, o chamado “Domingo do Bom Pastor”,  lemos um trecho do capítulo 10 de São João, e por isso, é o dia em que toda a Igreja Católica se une em suas preces, para pedir ao Senhor da Messe, que envie mais operários, ou seja, é o Dia Mundial de Oração pelas Vocações.

Desde que foi intitulado este domingo em prol dos “louvores” pelas vocações, o Santo Padre envia sua mensagem afetuosa a toda a Igreja.

Em sua Mensagem para o 62° Dia Mundial de Oração pelas Vocações, celebrado hoje, 11 de maio, Francisco convida os jovens a "não ignorar o grito de tantos irmãos e irmãs que se sentem excluídos, feridos e abandonados".

A mensagem do Pontífice tem como tema "Peregrinos de esperança: o dom da vida" e nela o Papa afirma que "a vocação é um dom precioso que Deus semeia nos corações, um chamado a sair de si mesmo para trilhar um caminho de amor e serviço".

"Caríssimos, a Igreja é viva e fecunda quando gera novas vocações. E o mundo, muitas vezes inconscientemente, procura testemunhas de esperança que anunciem com a vida que seguir Cristo é fonte de alegria. Por isso, não nos cansemos de pedir ao Senhor novos operários para a sua messe, certos de que Ele continua a chamar com amor. Queridos jovens, confio o vosso seguimento de Jesus à intercessão de Maria, Mãe da Igreja e das vocações. Caminhai sempre como peregrinos de esperança no caminho do Evangelho! Acompanho-vos com a minha bênção e peço-vos que rezeis por mim."
Roma, Hospital Gemelli, 19 de março de 2025.
FRANCISCO

Fonte https://www.vatican.va/ e https://www.instagram.com/savpvnacional/

sábado, 10 de maio de 2025

10 de maio - SANTO PROFETA JÓ

 

Comemoração do Santo Jó, homem de admirável paciência na terra de Hus.

A história de Jó, modelo de paciência e santidade, é uma metáfora para o sofrimento do mundo e uma prefiguração de Cristo sofredor.

Este homem, que era rico e feliz, perdeu tudo de repente, até seus próprios filhos. Ao adoecer, suportou tudo, dizendo: "Javé dá e Javé tira. Bendito seja Javé!"

O Livro de Jó, que narra a história deste personagem, pertence ao grupo dos escritos sapienciais. Trata-se de uma narrativa exemplar, que reflete sobre o mistério do sofrimento dos justos.

O profeta Jó constitui o modelo de aceitação da vontade de Deus, da paciência e dos valores morais e éticos. 

A história de Jó, um homem justo, fiel e paciente, está presente na tradição oral de povos do Oriente Médio há cerca de 4 mil anos. Em algum momento entre o século 6 e 5 a.C, contudo, esta história foi redigida em hebraico, na versão que está presente até hoje no Antigo Testamento da Bíblia.

Cessadas todas as provações permitidas por Deus, o Senhor lhe concedeu em dobro tudo o que tinha perdido e uma vida longa.

O santo profeta Jó é um modelo de paciência para todos nós, de resignação ante as adversidades e decepções da vida e o elevado valor de confiar nossos sofrimentos às mãos de Deus.

Embora Jó não seja um profeta no sentido tradicional de quem transmite mensagens divinas, ele é considerado um profeta em algumas tradições e é valorizado pela sua fé e paciência. O livro de Jó é uma obra importante que explora questões profundas sobre o sofrimento e a justiça divina.

Temas específicos do livro de Jó

Os nomes de Deus e a  transcendência dele
A legitimidade da busca de compreender
Os juízos injustos provocados pelo pensamento da retribuição
A nobreza ética em Jó
A gratuidade de Jó e de Deus
O uso de temas mitológicos

Conteúdo geral do livro de Jó

A imagem de Jó e de Deus não é exatamente a mesma na moldura narrativa (caps. 1-2 e 42) e no corpo dramático (3,1-41,6). Na moldura narrativa, Jó é paciente e Deus o recompensa. No corpo dramático, Jó é impaciente e aprende que a Deus não se pede contas. 

As partes I e V constituem a moldura narrativa: narram a história folclórica do homem que perdeu suas riquezas, mas continuou respeitoso para com Deus e no fim recobrou em dobro o que perdeu. É a história da “paciência de Jó”. 

As partes centrais (II, III e IV) são compostos de diálogos dramáticos. Põem em cena um processo contra Deus, porque este não recompensou a piedade e justiça que marcaram a vida de Jó. Nesses diálogos o assunto é a “impaciência de Jó”. 

A parte V retoma a história folclórica, em que o justo é duplamente recompensado por sua fidelidade e paciência. Mas depois daquilo que Jó aprendeu sobre a grandeza de Deus e seu mistério, isso já não é importante.


 O livro de Jó é dividido em

1,1-2,13 – A história de Jó: como começou
31,1-31,40 – Queixa de Jó na presença dos três amigos
32,1-37,24 – Intervenção de Eliú
38,1-42,6 – Resposta de Deus e reação de Jó
42,7-17 – A história de Jó: final feliz

Os patriarcas, os profetas e outras personagens do Antigo Testamento foram, e serão sempre, venerados como santos em todas as tradições litúrgicas da Igreja Católica Apostólica Romana.

Fonte: Bíblia Sagrada, tradução da CNBB


sexta-feira, 9 de maio de 2025

09 de maio - SANTO PROFETA ISAÍAS

 

Isaías nasceu em uma nobre tribo de Israel, em 770 a.C. Foi enviado por Deus para revelar, ao Povo infiel e pecador, a fidelidade e a salvação do Senhor, em cumprimento da promessa que Deus fez a Davi. Este profeta viveu, segundo a tradição, por mais de um século; suas profecias envolveram cerca de cinquenta anos da história de Jerusalém.

Deus apareceu em sonho a Isaías para confiar-lhe a sua missão. O futuro profeta viu o Senhor sentado em um grande trono no Templo, circundado por querubins. Um deles pegou um carvão ardente do altar e com ele tocou a boca de Isaías, "purificando-a" do pecado. Assim, Deus tomou a palavra e convidou Isaías a pregar a verdade ao Povo escolhido.

As profecias de Isaías começaram em torno do ano 740 a.C., sob o reinado de Ozias. Em uma visão, o profeta viu a queda de Israel em um período histórico, que coincidia com o avanço do império assírio para o oeste. Suas visões duraram 44 anos, ou seja, durante os reinados de Jotão, Acaz, Ezequias e, finalmente, de Manassés.

Quando Ezequias se aliou aos egípcios, contra o crescente poder dos assírios, Isaías foi contra e profetizou a destruição do reino, pedindo aos homens para não fazer alianças entre si, mas se voltar somente para Deus. Eram exemplares a beleza e a transparência das suas palavras, tanto que, mais do que previsões de acontecimentos futuros, pareciam narrações de histórias passadas. O livro de profecias de Isaías é dividido em 66 capítulos, nos quais ele fala também da vinda do Libertador, descrevendo seu nascimento e obras, até a sua Paixão e Morte.

Quando o Reino de Judá passa para o poder de Manassés, Isaías se preocupou, porque o novo rei era ímpio e cruel, por ter caído na idolatria. Então, o Senhor enviou o profeta para convidá-lo a voltar ao culto do único e verdadeiro Deus e ao arrependimento dos seus pecados.

Transcorria o 681 a.C. Manassés não só não deu ouvidos a Isaías, mas o condenou a uma morte atroz. Por isso, o Santo Profeta é venerado, em muitos lugares, também como mártir.

Temas específicos da Profecia de Isaías:

O livro de Isaías inteiro mostra a participação ativa dos profetas na vida de seu povo.

Primeiro Isaías
A obra de Deus (o Deus que age)
Deus e o povo pecador
O “conhecimento” de Deus
A salvação, em perspectiva messiânica

Segundo Isaías
Ridiculariza os deuses da Babilônia
No seu texto destacam-se sobretudo os cânticos do Servo

Terceiro Isaías

O profeta apresenta uma mensagem, ao mesmo tempo exigente (Is 58) e utópica (Is 60-61 e 66) de justiça e fraternidade.

 Conteúdo geral da profecia de Isaías:

A obra isaiana divide-se em três períodos e em três partes, cada qual marcada, ao que parece, por um profeta principal. As escrituras isaianas  correspondem a três momentos cruciais do povo de Deus: a invasão dos assírios, o exílio babilônico e a restauração do povo depois do exílio.

O livro de Isaías é dividido em

Primeira parte (1-39)
1-6: capítulo introdutório e oráculo da primeira fase (reinado de Acaz); a visão inaugural se encontra no cap. 6
7-12: oráculos de censura e reconforto, do tempo de Acaz e Ezequias (o “livro de Emanuel”)
13-23: oráculos contra as nações estrangeiras (parte posteriores ao exílio)
24-27: “grande apocalipse” isaiano, de origem posterior a Isaías (depois do exílio babilônico)
28-33: oráculos sobre Israel e Judá pronunciados sobretudo na fase tardia de sua atividade, durante o reinado de Ezequias
34-35: “pequeno apocalipse”, sobre o julgamento das nações e o retorno de Israel (pós-exílio)
36-39: história da atividade de Isaías durante a invasão assíria (Senaquerib) recolhida por um redator ulterior.

Segunda parte (40-55)
40-48: Deus libertador de Israel
cântico 1º: 42,1-4
49-55: restauração de Israel e salvação universal
Cânticos: 2º: 49,1-6
3º: 50,4-9
4º:52,13-53,2

Terceira parte (56-66)
56-59: exortações à justiça
60-62: a nova glória de Jerusalém
63-66: oráculos escatológicos

Os patriarcas, os profetas e outras personagens do Antigo Testamento foram, e serão sempre, venerados como santos em todas as tradições litúrgicas da Igreja Católica Apostólica Romana.

Fonte: Bíblia Sagrada, tradução da CNBB


09 de maio - SANTO HERMAS (de Filipópolis)

 

Comemoração de Santo Hermas, que é mencionado por São Paulo na Epístola aos Romanos.

Jesus escolheu setenta e dois discípulos e os enviou dois a dois, conforme Lucas 10.

Santo Hermas foi um destes discípulos e é considerado como santo na igreja de Roma, sendo saudado por São Paulo na Epístola aos Romanos (Rm 16,14), onde Paulo pede que os cristãos de Roma o cumprimentem.

Ainda que seu nome seja de origem grega, trata-se de um cristão, residente em Roma. Na verdade, o maior número dos primitivos cristãos em Roma, parece, que falavam grego.

Hermas foi Bispo em Philippopolis, na Trácia (hoje Plovdiv, Bulgária).

O Discípulo Hermas suportou muitos sofrimentos provocados pelos pagãos por causa de seu testemunho e pregação do Evangelho, mas morreu em paz.

(A ele é tradicionalmente atribuída a autoria de "O Pastor de Hermas", um livro cristão do século II que contém visões, mandamentos e semelhanças com temas de arrependimento e penitência, mas este Hermas não é o autor deste livro.)


 

Cardeal Robert Francis Prevost, de 69 anos, o 267º ocupante do trono de São Pedro, será conhecido como Papa Leão XIV

 

A tão esperada fumaça branca que anuncia a eleição do novo papa foi expelida nesta quinta-feira (8) da chaminé da capela Sistina, no segundo dia de conclave. 

O cardeal Robert Francis Prevost é o novo papa, escolhido por pelo menos 89 dos 133 cardeais e escolheu o nome de Leão XIV para liderar a Igreja Católica e será o sucessor do papa Francisco na Cátedra de São Pedro.

Ele tem 69 anos, nascido em 14 de setembro em 1955, em Chicago, Illinois, Estados Unidos, é agostiniano, considerado progressista e próximo de Francisco.

O novo papa, anunciado nesta quinta-feira (8 de maio de 2025), também tem cidadania peruana, adquirida após anos de missão no país, onde foi nomeado bispo em 2015. 

Prevost é o primeiro papa da história da Igreja Católica nascido nos Estados Unidos — um país de maioria protestante.

Ao ser eleito, ocupava duas funções importantes no Vaticano: prefeito do Dicastério para os Bispos — órgão responsável pela nomeação de bispos — e presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina.

Ingressou na Ordem de Santo Agostinho em 1977 e foi ordenado padre em 1982, tornando-se bispo em 2015. Foi nomeado cardeal pelo papa Francisco em 2023.


quinta-feira, 8 de maio de 2025

08 de maio - NOSSA SENHORA DA ESTRELA

 

Desde os idos de 1955, no dia 8 de maio de cada ano é celebrada a festa de Nossa Senhora da Estrela, padroeira do Instituto dos Irmãos de La Salle.

Conta-se que dois monges beneditinos italianos resolveram fazer uma peregrinação até Jerusalém. Era o ano 1050. Eles saíram andando, ensinando e catequisando todas as pessoas que encontravam pelo caminho. Enquanto caminhavam, descobriram um lugar muito bonito de onde puderam ver o Oceano Atlântico. Um deles, para descansar, se acomodou num barco que estava na praia, enquanto o outro se deitou no chão para dormir. Na manhã seguinte o mar havia arrastado o barco, e os ventos levaram o monge até a Inglaterra.

Seu companheiro, Frei Rogério, entristecido por não ter encontrado o companheiro, invocou a ajuda de Maria. Dormindo, teve uma visão: no sonho, ele viu uma grande estrela cair do céu, queimando todos os arbustos e árvores, e ouviu uma voz que disse: “Nossa Senhora quer que se construa uma igreja neste lugar”. Ele levantou então uma pequena cabana com o objetivo de cumprir a ordem vinda do céu.

Nas redondezas correu a notícia da visão que o monge teve para cumprir o pedido do céu. Pouco a pouco foi sendo construída uma abadia no lugar, que atualmente é sede de uma grande Escola de formação agrícola dirigida pelos Irmãos de La Salle.

Este santuário estava a cargo da Congregação religiosa chamada de Irmãos da Misericórdia.

Em 1938 estes Irmãos eram muito poucos, e como não tinham muitas vocações, pediram para serem incorporados ao Instituto de La Salle, o que lhes foi concedido.

E assim os Irmãos de La Salle receberam a missão de custodiar este santuário mariano e difundir sua devoção por todo o mundo.

A abadia de Nossa Senhora da Estrela se encontra em Monteburgo, no extremo oeste da França.

Em 1955, o então Vigário Geral Irmão Dionísio de Jesus proclamou Nossa Senhora da Estrela como Rainha e Mãe das Escolas Cristãs.

No Brasil, a devoção a Nossa Senhora da Estrela é muito presente em algumas regiões, como no estado do Rio Grande do Sul. Muitas igrejas e capelas são dedicadas a essa devoção e festividades são realizadas em sua honra.

FONTE: https://www.lasalle.edu.br 

terça-feira, 6 de maio de 2025

06 de maio - SÃO DOMINGOS SÁVIO

 

São Domingos Sávio, dotado de ânimo afável e jovial já desde a infância e ainda adolescente percorreu velozmente o caminho da perfeição cristã. 

Seu único interesse era Deus e o modo como fazer com que os outros concentrassem as suas energias para servi-Lo melhor. Aquilo que lhe faltava de força física, ele recuperava em excelência moral, em fortaleza de coração e em aceitação da vontade de Deus, qualquer que esta fosse. 

A primeira biografia da vida de Domingos foi escrita pelo seu mestre, São João Bosco, e destas páginas nasceram muitas vocações, inclusive a do Papa Bento XVI que, com tanta ternura, admirava a Obra da Infância Missionária. 

Domingos faleceu em Mondónio (Piemonte, na Itália), em 1857, com apenas quinze anos de idade. Ele recebeu os últimos sacramentos e pediu ao padre para ler a oração dos mortos e, no final, sentou-se e disse: “Adeus, meu caro padre”. E exclamou: “Estou vendo coisas maravilhosas”. Logo depois, ele morreu sorrindo tão calmo e feliz, que ninguém duvidou de sua visão do paraíso.