sexta-feira, 7 de junho de 2024

07 junho - Sagrado Coração de Jesus, Solenidade, Ano B


ORAÇÃO
"Concedei, Deus todo-poderoso, que, ao celebrar a solenidade do Coração do vosso amado Filho, recordemos com alegria as maravilhas do vosso amor e mereçamos receber desta fonte divina a abundância dos vossos dons.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém."

quinta-feira, 6 de junho de 2024

06 de junho - SÃO MARCELINO CHAMPAGNAT, Fundador da Congregação dos Irmãos Maristas

 

São Marcelino Champagnat, presbítero da Sociedade de Maria, fundou o Instituto dos Pequenos Irmãos de Maria para a formação cristã das crianças.

Movido pelo Espírito Santo dedicou-se aos problemas e à situação de abandono por que passavam os jovens de sua época e liderou um grupo para a educação da juventude.

Na congregação que criou, determinou que os membros não deveriam ser sacerdotes, mas irmãos leigos, a fim de assumirem a missão de catequizar e alfabetizar as crianças, jovens e adultos, nas escolas paroquiais.

Ainda hoje temos como referência a criteriosa e moderna educação marista presente nas melhores escolas do mundo. 

Ele é considerado o “Santo da Escola” e um grande precursor dos modernos métodos pedagógicos, que excluem todo tipo de castigo no educando.

1840 em Saint-Chamond, cidade do território de Lyon, na França.

O papa João Paulo II canonizou Marcelino no dia 18 de abril de 1999 na praça São Pedro do Vaticano e o reconheceu como santo da Igreja universal.


quarta-feira, 5 de junho de 2024

05 de junho - SÃO BONIFÁCIO, bispo e mártir


Bonifácio, venerado como “Apóstolo da Alemanha”, nasceu na Inglaterra, por volta do ano 673.

Fez a profissão religiosa e viveu como monge no mosteiro de Exeter, iniciando o apostolado como professor de regras monásticas primeiro nesta mesma abadia, depois na de Nurslig.

Foi recebido pelo papa Gregório II, em Roma, que o ordenou bispo. 

No ano 719 partiu para a Alemanha para anunciar o nome de Cristo àqueles povos; ali ganhou para a religião cristã multidões inumeráveis e governou a sede episcopal de Mogúncia, com a ajuda de vários colaboradores. Fundou e restaurou diversas Igrejas na Baviera, na Turíngia e na Francónia.

Incansável, com sua sede episcopal fixada em Mainz, atuou em vários concílios e promulgou várias leis. A sua obra lançou as bases para a organização política e social europeia de Carlos Magno.

No dia 5 de junho do ano 754, dia de Pentecostes, foi ao encontro de um grande grupo de catecúmenos de Dokkun, na Frísia, atualmente na Holanda, os quais receberiam a crisma. Mal iniciou a santa missa, o local foi invadido por um bando de pagãos frísios. Os cristãos foram todos trucidados e Bonifácio teve a cabeça partida ao meio por um golpe de espada. O seu corpo foi sepultado no mosteiro de Fulda.

Foi canonizado em 1828


 

05 junho - São Bonifácio, bispo e mártir, Memória


ORAÇÃO
"Permiti, Senhor, que, por intercessão do mártir são Bonifácio, possamos manter, sem desfalecimento, e proclamar, na nossa vida, a fé que ele ensinou com a palavra e confirmou com o sangue do martírio.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém."

terça-feira, 4 de junho de 2024

04 de junho - NOSSA SENHORA DO DIVINO AMOR “Salvadora de Roma”

"Nós olhamos para ti, Mãe do Divino Amor, esperando por ti, peia tua materna intercessão, a nossa salvação... Guarda a tua Roma." (Pio XII, 11 de junho de 1944)


O título deriva do Santuário de Nossa Senhora do Divino Amor, situado na periferia da cidade de Roma.

As origens deste Santuário podem ser traçadas até o século XIII, quando no local se erguia uma fortaleza, que pertencia à família Savelli-Orsini.

Em uma das torres do castelo havia um afresco, que retratava uma imagem da Virgem, entronizada e com o Menino Jesus nos braços. Uma pomba desce sobre Ela, simbolizando o Espírito Santo, que é o Divino Amor. 

Também na Igreja de Santo Inácio, em Roma, há um pequeno mosaico que é uma cópia do afresco de Nossa Senhora do Divino Amor. 

Nesta imagem, Maria carrega o Menino Jesus com seu braço esquerdo e no braço direito uma pomba. A imagem também apresenta dois anjos, um a cada lado de Maria, com incensários nas mãos. 

Na parte inferior está escrito: Mãe do Divino Amor, ora por nós.

A Mãe do Divino Amor é conhecida também por ser a padroeira dos presbíteros.



 

segunda-feira, 3 de junho de 2024

03 de junho - SÃO CARLOS LWANGA

Entre os anos 1885 e 1887, foram condenados à morte muitos cristãos no Uganda, por ordem do rei Mwanda, vítimas das perseguições anticristãs no país, perpetradas no final do século XIX. 

Alguns deles eram funcionários da corte real ou até adjuntos do próprio rei. Entre eles distinguem-se Carlos Lwanga e seus companheiros, com idades entre os quatorze e os trinta anos, fervorosos seguidores da fé católica, que por se terem recusado ceder às impuras intenções do rei, uns foram decapitados e outros queimados vivos no monte Namugongo, no Uganda. 

Carlos e os vinte e um companheiros são os primeiros mártires da África negra.

São Carlos Lwanga e seus Companheiros são recordados pela Igreja no dia em que foram queimados vivos, na colina Namugongo. 

Era o dia 3 de junho de 1886, e para tentar não fazer tantos mártires, que poderiam atrair mais conversões, o rei mandou que Carlos Lwanga morresse primeiro, queimado vivo, dando a chance de que os demais evitassem a morte renegando sua fé. 

De nada adiantou e os demais cristãos também foram mortos, sob torturas brutais, com alguns sendo queimados vivos. 

Os mártires de Uganda foram beatificados em 1920. 

Carlos Lwanga foi declarado “Padroeiro da Juventude Africana” em 1934. 

Trinta anos depois, o papa Paulo VI canonizou esse grupo de mártires. 

O mesmo pontífice, em 1969, consagrou o altar do grandioso santuário construído no local onde fora a prisão em Namugongo, na qual os pajens, dirigidos por Carlos Lwanga, rezavam aguardando a hora de testemunhar a fé em Cristo.

 

03 junho - São Carlos Lwanga e companheiros mártires, Memória


ORAÇÃO
"Senhor nosso Deus, que fazeis do sangue dos mártires semente de cristãos, concedei que a seara da vossa Igreja, regada com o sangue dos santos Carlos Lwanga e companheiros, produza sempre abundante colheita para o vosso reino.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém."

domingo, 2 de junho de 2024

02 junho - 9º Domingo do Tempo Comum, Ano B


ORAÇÃO
“Ó Deus, cuja providência jamais falha, nós vos pedimos humildemente: afastai de nós o que é nocivo, e concedei-nos tudo o que for útil.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”

sábado, 1 de junho de 2024

01 de junho - SÃO JUSTINO, filósofo e mártir


Justino nasceu no início do século II, em Siquém – hoje, Nablus –, na Samaria, de família pagã.

Leigo, apaixonado investigador da verdade, encontrou na fé de Cristo a verdadeira sabedoria, manifestou-a na sua vida, ensinou-a na sua pregação, defendeu-a nos seus escritos e confirmou-a com a sua morte em Roma.

Escreveu diversas obras em defesa da fé cristã, mas apenas se conservam as duas Apologias e o Diálogo com Trifão.

Na primeira Apologia lê-se a mais antiga descrição da celebração eucarística. 

Depois de ter apresentado ao imperador a sua “Apologia” em defesa da religião cristã, foi entregue ao prefeito Rústico e, confessando perante ele que era cristão, foi condenado à morte.

Sofreu o martírio em Roma, juntamente com seus companheiros, no tempo do imperador Marco Aurélio Antonino, por volta do ano 165.

A fama do missionário-filósofo, do qual se deve a mais antiga descrição da liturgia eucarística, torna-se eterna. Inclusive o Concílio Vaticano II citou seu ensino em dois grandes documentos: a “Lumen gentium” e a “Gaudium et spes”. 

Para Justino, o cristianismo é a manifestação histórica e pessoal do Logos na sua totalidade. Por isso, afirmou: “Tudo o que de bom foi dito, por qualquer um, pertence a nós, cristãos”.

01 junho - São Justino, mártir, Memória


ORAÇÃO
"Senhor nosso Deus, que destes a são Justino, vosso mártir, a graça de encontrar, na loucura da cruz, a sabedoria incomparável de Jesus Cristo, concedei-nos, por sua intercessão, que, rejeitando os erros que nos rodeiam, mantenhamos sempre a firmeza da fé. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém."