quinta-feira, 17 de abril de 2025

17 de abril - QUINTA-FEIRA SANTA MISSA DO CRISMA - MISSA DOS SANTOS ÓLEOS - RENOVAÇÃO SACERDOTAL

 

Na QUINTA-FEIRA DA SEMANA SANTA, ainda pela manhã̃, a Igreja, numa solene celebração eucarística presidida pelo (Arce)Bispo, reunir-se-á́ para celebrar a memória da instituição do ministério sacerdotal.

Nesta celebração ficará visível o rosto da Igreja que, presidida pelo (Arce)Bispo tendo ao seu redor os seus padres e diáconos, com todo povo santo de Deus, celebra a Eucaristia.

Também nessa ocasião, os padres renovarão suas promessas sacerdotais de servir a Deus e ao seu povo.

A Missa do Crisma, é uma missa realizada na Catedral de cada (arqui)diocese. 

Consiste em dois pontos fundamentais: a Bênção dos Santos Óleos, que são os óleos do Crisma, dos Enfermos e do Batismo e a Renovação das Promessas Sacerdotais por parte dos sacerdotes diante do (Arce)Bispo.

Cerimônias litúrgicas da Quinta-feira Santa, na Missa do Crisma: Bênção dos Santos Óleos (do Crisma, dos Catecúmenos e dos Enfermos) e Instituição do sacerdócio (“Fazei isto em memória de mim”).

Santos óleos – Uma das cerimônias litúrgicas da Quinta-feira Santa é a bênção dos santos óleos usados durante todo o ano pelas paróquias. 

São três os óleos abençoados nesta celebração: o do Crisma, dos Catecúmenos e dos Enfermos. 

Ela conta com a presença de bispos e sacerdotes de toda a diocese. É um momento de reafirmar o compromisso de servir a Jesus Cristo.

Instituição do sacerdócio – A Santa Missa é, então, a celebração da Ceia do Senhor, quando Jesus, num dia como hoje, véspera de Sua Paixão, “durante a refeição, tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: ‘Tomai e comei, isto é meu corpo’.” (cf. Mt 26,26). 

Ele quis, assim como fez na última ceia, que Seus discípulos se reunissem e se recordassem d’Ele abençoando o pão e o vinho: “Fazei isto em memória de mim”. Com essas palavras, o Senhor instituiu o sacerdócio católico e deu-lhes poder para celebrar a Eucaristia.

O Evangelho proclamado é de Lucas. Lc 4,16-21

O Espírito do Senhor está sobre mim.” Lc 4,18


quarta-feira, 16 de abril de 2025

Quarta-feira Santa, 16 de abril de 2025 - Semana Santa

 

ORAÇÃO
“Senhor nosso Deus, que, para nos libertar do poder do inimigo, quisestes que o vosso Filho suportasse a cruz, concedei aos vossos servos a graça da ressurreição.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”

16 de abril - QUARTA-FEIRA SANTA

 

Na Quarta-feira Santa, recordamos o dia em que Judas Iscariotes decide trair Jesus, vendendo-o por trinta moedas.

O Evangelho de Mateus será proclamado (Mt 26,14-25).

O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que o trair.” Mt 26,24

De acordo com as narrativas bíblicas, foi neste dia que Judas Iscariotes se ofereceu para entregar Jesus aos que planejavam matá-lo, em troca de dinheiro. 

Em muitas paróquias, especialmente no interior do país, realiza-se a “Procissão do Encontro” na Quarta-feira Santa.

Os homens saem de um local determinado com a imagem de Nosso Senhor dos Passos; as mulheres saem de outro ponto com Nossa Senhora das Dores.

Acontece, então, o doloroso encontro entre a Mãe e o Filho. 


terça-feira, 15 de abril de 2025

Terça-feira Santa, 15 de abril de 2025 - Semana Santa

 

ORAÇÃO
“Deus todo-poderoso e eterno, concedei-nos a graça de celebrar dignamente os mistérios da paixão do Senhor, para merecermos alcançar o vosso perdão.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”

15 de abril - TERÇA-FEIRA SANTA - TAMBÉM CONHECIDA COMO GRANDE E SAGRADA TERÇA-FEIRA.

 

Terça-feira Santa, também conhecida como Grande e Sagrada Terça-feira. Momento que antecede a Morte e Ressurreição de Cristo.

Terça-feira Santa é o dia em que, com grande tristeza, Jesus anuncia a sua Morte e a traição, indicando Judas como sendo o seu traidor.

Será proclamado o Evangelho de João: "O ANÚNCIO DA TRAIÇÃO E A NEGAÇÃO PREDITA"  (Jo 13,21-33.36-38).

Jesus anuncia que um dos discípulos o trairá.

Judas Iscariotes, o discípulo traidor, sai para conspirar com os líderes religiosos, acertando a traição de Jesus por trinta moedas de prata. "Um de vós me entregará...”Jo 13,21

Jesus reconhece as fraquezas de Pedro. “O galo não cantará antes que me tenhas negado três vezes.” Jo 13,38

Jesus insiste: “Agora foi glorificado o Filho do Homem e Deus foi glorificado nele”. 


segunda-feira, 14 de abril de 2025

Segunda-feira Santa, 14 de abril de 2025 - Semana Santa

 

ORAÇÃO
“Deus todo-poderoso, olhai para a fragilidade da nossa natureza mortal e fortalecei a esperança dos vossos fiéis pelos méritos do vosso Filho unigênito.
Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”

14 de abril - SEGUNDA-FEIRA SANTA

 

Segunda, Terça e Quarta-feira Santas serão dias para acompanharmos a narrativa de importantes acontecimentos que antecedem a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. 

Neste dia, proclama-se na Missa, o Evangelho segundo São João (Jo 12,1-11). 

Seis dias antes da Páscoa, Jesus chega a Betânia para fazer a última visita aos amigos de toda a vida. Está cada vez mais próximo o desenlace da crise. “Ela guardava este perfume para a minha sepultura” (cf. João 12,7); Jesus já havia anunciado que Sua hora havia chegado. 

Na Segunda-feira Santa, recordaremos "A UNÇÃO EM BETÂNIA", o gesto da mulher que unge os pés de Jesus e seca-os com seus cabelos, prefigurando a unção do Corpo do Senhor na sepultura: "Deixa-a; ela fez isto em vista do dia de minha sepultura".

Ela usa um perfume caro para ungir os pés de Jesus e os enxuga com seus cabelos, um ato de amor e reverência que Jesus aceita como preparação para seu sepultamento. 


domingo, 13 de abril de 2025

13 de abril - SÃO MARTINHO I, papa

 

Martinho nasceu em Todi, na Úmbria, região de Itália e pertencia ao clero romano.

No ano 649 foi eleito para a cátedra de Pedro.

Nesse mesmo ano celebrou o Sínodo de Latrão, em que foi condenada a heresia dos monotelitas.

São Martinho I, papa e mártir, que condenou veementemente a heresia dos monotelistas (a heresia que negava a dupla natureza de Jesus) no Sínodo de Latrão; e quando o exarca Calíopa, por ordem do imperador Constante II,  no ano 653, invadiu violentamente a Basílica Lateranense, foi arrancado da sua sede e conduzido a Constantinopla, por defender os dogmas cristãos, onde ficou prisioneiro e submetido a duros sofrimentos a grandes humilhações e a degradantes torturas, no século VII, sob fortíssima vigilância; finalmente, transferido para Quersoneso, hoje, na Ucrânia, passados cerca de dois anos alcançou o fim das tribulações e morreu no ano 656.

Desde então, é venerado como mártir da fé.

Foi o último papa a ser martirizado e sua comemoração foi determinada pelo novo calendário litúrgico da Igreja.

O que aconteceu com o comando da Santa Sé depois de sua prisão, até a eleição do seu sucessor Eugênio, em 654, não é bem conhecido. Sabe-se que mesmo com a eleição do Papa Eugênio I, considera-se o fim do pontificado de Martinho I, como sendo a data de sua morte, 16 de setembro de 655, portanto cerca de um ano e um mês depois da eleição de Eugênio I.


Domingo, 13 de abril de 2025 - DOMINGO DE RAMOS DA PAIXÃO DO SENHOR, Ano C

 

ORAÇÃO
“Deus eterno e todo-poderoso, para dar ao gênero humano um exemplo de humildade, quisestes que o nosso Salvador assumisse a condição humana e morresse na cruz. Concedei-nos aprender os ensinamentos de sua paixão e participar de sua ressurreição.
Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”























Domingo, 13 de abril de 2025 - DOMINGO DE RAMOS DA PAIXÃO DO SENHOR, Ano C - Procissão de Ramos

 

ORAÇÃO
“Senhor nosso Deus, aumentai a fé dos que esperam em Vós e ouvi com bondade as nossas humildes súplicas, para que, aclamando com estes ramos a Cristo vitorioso, permaneçamos unidos a Ele e demos fruto abundante de boas obras.
Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.”

Neste dia, a Igreja recorda a entrada de Cristo, o Senhor, em Jerusalém, para consumar o seu mistério pascal. Por isso, em todas as Missas se comemora esta entrada do Senhor na cidade santa: ou com a procissão, ou com a entrada solene antes da Missa principal, ou com a entrada simples antes das outras Missas.

A entrada solene (mas sem procissão) pode repetir-se antes de outras Missas que se celebram com grande assistência de fiéis.