quarta-feira, 3 de janeiro de 2024
terça-feira, 2 de janeiro de 2024
segunda-feira, 1 de janeiro de 2024
Santa Maria, Mãe de Deus, Solenidade
| Oração |
| Ó Deus, que pela virgindade fecunda de Maria destes à humanidade o dom da salvação eterna, dai-nos contar sempre com a intercessão daquela que nos trouxe o autor da vida, Jesus Cristo. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém! |
domingo, 31 de dezembro de 2023
31 de dezembro – SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ
Celebra-se a festa da Sagrada Família de Jesus, Maria e José no domingo após o Natal.
As origens da festa litúrgica remontam ao século XVII. Em
1895, A reforma litúrgica de 1968 fixou-a no domingo depois do Natal.
Esta festa tem o intuito de apresentar a Sagrada Família
de Nazaré como "verdadeiro modelo de vida", no qual as nossas
famílias possam se inspirar e encontrar ajuda e conforto.
Seguindo o exemplo da Família de Nazaré, as nossas
famílias, como as famílias humanas, podem aprender a deixar-se guiar pela
poderosa mão de Deus.
A “Sagrada Família”, como o nome sugere, é “sagrada” e
“única” ao mesmo tempo. “Santo” porque cada um dos seus componentes é santo: o
Menino é Santo por natureza; a Mãe é santa por privilégio; e José é justo pela
graça.
A história da Sagrada Família de Nazaré inspira os
cristãos a valorizarem a importância da família, da fé e da obediência a Deus.
Ela também ressalta o papel central da família na educação religiosa e no
crescimento espiritual das crianças.
A Sagrada Família é um exemplo de amor e união, e seu
legado perdura como um modelo de vida cristã e familiar.
quarta-feira, 27 de dezembro de 2023
27 de dezembro é dia de NOSSA SENHORA DAS BROTAS
A mais antiga imagem de Nossa Senhora das Brotas é datada
do século XVI e é feita em marfim.
O início do culto à Nossa Senhora das Brotas começou em
Portugal, após a aparição de Nossa Senhora para um pastor. Após esta aparição,
ele alcançou uma graça e Nossa Senhora teria pedido para que os moradores da
localidade de Aguiar edificassem uma capela no local da aparição, que hoje é o
Santuário de Nossa Senhora das Brotas. Durante séculos, esse Santuário vem
sendo um dos principais centros de peregrinações em Portugal.
O culto a Nossa Senhora das Brotas em Piraí do Sul (PR)
tem sua origem com Frei Antônio de Santana Galvão, que por volta do ano de
1808, em passagem por estas terras deixa a uma viúva, a senhora Ana Rosa da
Conceição de Paula, uma estampa em papel com a efígie de Nossa Senhora, com a
seguinte dedicatória: ”Lembrança de Frei Galvão”. Entregando a estampa, pede à
família de Ana Rosa: “Venerai sempre esta Santa Efígie, porque ela é muito
milagrosa”.
A gravura entregue por Frei Galvão à senhora Ana Rosa é
uma litografia impressa em papel comum e mede 10x16cm. É a cópia da verdadeira
efígie de Nossa Senhora das Barracas, proveniente de Portugal.
Anos mais tarde, durante uma mudança, Ana Rosa perdeu o
quadro de Nossa Senhora. Um dia, após a festa de Natal, caminhando próximo ao
mato perto de sua casa, mato este devastado por um incêndio, encontrou a imagem
da sua santinha intacta, em meio a brotos novos da vegetação. A moldura de
madeira havia sido queimada, porém a gravura nada sofrera. Este acontecimento
foi considerado milagroso pelo povo da época. Com este fato, os devotos
passaram a chamar a santa de Nossa Senhora das Brotas e o culto de familiar
passa a público, a fim de que todos pudessem venerar a Mãe de Deus sob o novo
título.
No dia 21 de dezembro de 1999, o Governo do Estado do
Paraná instituiu Piraí do Sul como Polo Turístico Religioso, devido ao
Santuário de Nossa Senhora das Brotas. No dia 08 de setembro de 2004, Nossa
Senhora das Brotas é considerada a Padroeira do Caminho das Tropas, que vai de
Viamão (RS) até Sorocaba (SP).
No dia 1º de maio de 2013, o Bispo Diocesano de Ponta
Grossa, Dom Sérgio Arthur Braschi, assinou o Decreto de Criação e Instalação do
Santuário de Nossa Senhora das Brotas.
segunda-feira, 25 de dezembro de 2023
25 de dezembro – SOLENIDADE DO NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO – (Jo 1,1-18) – Ano B – MISSA DO DIA
Todos dizemos que celebramos o Natal. Mas dizer que celebramos o nascimento, é insuficiente. Temos que dizer de quem é o
nascimento que celebramos. É por isso que a festa que hoje celebramos é o Natal
de Jesus. Celebramos o nascimento de Jesus, o filho de Deus. Celebramos o
grande mistério de um Deus que por amor se faz homem para que o homem se possa
tornar Deus (Santo Agostinho).
A história do Natal do Senhor não nos pode deixar
indiferentes. O Natal nos interpela. Olhemos de novo para bem conhecida e
ignorada cena do presépio e colhamos a lição que na sua eloquência silenciosa o
Verbo de Deus nos oferece.
Maria, José e o Menino estão no centro. Como os pastores,
por um coro de anjos, e os magos, por uma estrela, também nós nos encaminhemos,
com todos as nossas alegrias e tristezas, esperanças e desilusões, até o
presépio. Contemplemos o presépio e deixemo-nos tocar pela beleza de um Deus
que se faz menino no seio de uma família humana.
O Deus que vem ao nosso encontro no presépio de Belém é
demasiado frágil para se impor pela força e pela violência. Por isso, podemos
recebê-lo na nossa vida ou não. “Veio para o que era seu e os seus não O
receberam. Mas, àqueles que O receberam e acreditaram no seu nome, deu-lhes o
poder de se tornarem filhos de Deus.” Aqueles que recebem Jesus, aqueles que
deixam que haja Natal no seu coração e na sua vida encontram a salvação e a
felicidade. “Jesus fez-se homem para que o homem se tornasse Deus” (Santo
Agostinho).
A celebração do nascimento de Jesus não é um simples
aniversário. A celebração do Natal do Senhor é um memorial. A celebração do
nascimento de Jesus não é uma bela recordação, não é olhar para uma fotografia
de um acontecimento passado. “O Natal do Senhor não nos aparece como uma
recordação do passado, mas vivemo-lo no presente” (S. Leão Magno). Como a
Páscoa da Ressurreição, a celebração do Natal é um memorial. Com a celebração
do nascimento de Jesus, somos chamados a reviver no tempo presente, nas nossas situações
de vida concreta, o nascimento de Jesus, o Deus conosco que veio para nos
salvar. (P. Nuno Ventura Martins - missionário passionista)
domingo, 24 de dezembro de 2023
24 de dezembro – SOLENIDADE DO NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO – (Lc 2,1-14) – Ano B – MISSA DA NOITE DO NATAL DO SENHOR
Hoje é dia da Solenidade do Natal de Nosso Senhor. O
Santo por excelência. Ele é a Luz do mundo, Emanuel, Deus Conosco.
A Solenidade do Natal é a única festa, que pode ser
celebrada com quatro Missas: véspera, noite, amanhecer e dia. Os textos desta
solenidade são os mesmos para os três Anos Litúrgicos. Trata-se de uma escolha
que visa aprofundar e valorizar, o Acontecimento que mudou o curso da história:
Deus se fez homem!
É neste Menino que nasceu para nós que podemos contemplar
toda a ternura, todo o amor de Deus por todos os homens. O nascimento de Jesus,
revela-nos o amor de Deus, o amor de um Deus que não desiste de nós, mas que
vem ao nosso encontro. Como diz, Santo Agostinho “Jesus fez-se homem para que o
homem se tornasse Deus”.
O relato do nascimento de Jesus, segundo o evangelista
Lucas, descreve bem a humildade de Deus. O Filho de Deus não nasce num palácio
com todas as honras reais. Jesus nasce na pobreza e na simplicidade de um
estábulo. Deus não se impõe pela força e pela violência. Deus manifesta-se na
pobreza, na simplicidade, na fragilidade. É assim que em Jesus, o Filho de Deus
encarnado, se manifesta a graça de Deus.
E esta graça, este amor de Deus que se manifesta não é só
para alguns, mas para todos os homens. Não há nenhuma classe de homens que
esteja excluída do amor e da salvação de Deus. O amor de Deus que se manifesta
no mistério da encarnação do Filho de Deus é fonte de salvação para TODOS os
homens. Ninguém se sinta excluído deste amor.
(P. Nuno Ventura Martins - missionário passionista)
24 de dezembro - 4º DOMINGO DO ADVENTO
O 4º domingo do Advento “anuncia a vinda iminente do
Messias”.
A notícia é comunicada a Maria. A Anunciação dá o
verdadeiro sentido da festa: vamos celebrar o mistério da Encarnação do Filho
de Deus.
A liturgia da Igreja nos convida a meditar no anúncio que
o anjo São Gabriel fez a Maria dos planos que Deus tinha para ela na história
da salvação.
O Senhor lhe anuncia que conceberá e dará à luz um
menino, que terá o nome de Jesus (que quer dizer, Salvador). Será o Messias
prometido, aquele que receberá “o trono de Davi”, e, ainda mais “o Filho do
Altíssimo”, o “Filho de Deus” verdadeiro.
Maria, dizendo simplesmente que “sim” converte-se na mãe
do Filho de Deus feito homem.
O Evangelho refere-se ao momento em que Jesus encarna na
história da humanidade, através do sim de Maria, a fim de nos trazer a salvação
e a vida definitivas.
A história de Maria de Nazaré mostra-nos como é possível
fazer Jesus nascer no mundo: através de um sim incondicional aos projetos de
Deus.
Aquele que nascerá é de natureza divina, ou seja, será
Deus feito homem e nascerá da descendência de Davi. Assim, aquele que nascerá
será o Messias libertador aguardado pelo povo.






























