A Arquidiocese de Porto Alegre anuncia algumas transferências e nomeações no seio do seu Clero.
PárocosParóquia São João Batista (Camaquã): Pe. Luis Inácio FlachParóquia N.Sª. da Saúde (Porto Alegre): Pe. Alexandre Luiz Griebler Paróquia N.Sª. da Conceição (Canoas): Pe. Lizandro Goularte Paróquia São José Operário (Alvorada): Pe. Flávio Francisco Lunkes Paróquia Santa Teresinha (Capão da Porteira – Viamão): Pe. José Inácio Santana Messa Paróquia N.Sª. de Mont’Serrat (Porto Alegre): Pe. Ademar Agostinho Sauthier Administradores ParoquiaisParóquia Santo Amaro (Gen. Câmara): Pe. Adilson Correia, auxiliado pelo Diác. Ivanor Nilo AltmeyerParóquia Divina Misericórdia (Porto Alegre): Pe. Carlos Sebastiany VigáriosParóquia N.Sª. da Saúde (Porto Alegre): Pe. Gilberto CunhaParóquia N.Sª. Mãe de Deus (Catedral - Porto Alegre): Pe. Wagner Cardoso Bianchini Paróquia Santa Bárbara (Arroio dos Ratos): Pe. Fabiano Lucaora Pauli Paróquia Imaculado Coração de Maria (Esteio): Pe. Luis Osório Figueiredo Paróquia Divina Misericórdia (Porto Alegre): Pe. Jorge Menezes Paróquia Santa Rosa de Lima (Porto Alegre): Pe. Jorge Menezes CapelãoIrmandade do Espírito Santo (Porto Alegre): Pe. Artur Celestino CalsingCoordenadorSetor Comunicação: Dom Leomar Brustolin e Pe. Carlos Gustavo HaasPorto Alegre, 26 de junho de 2015 |
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Transferências e nomeações na Arquidiocese
domingo, 21 de junho de 2015
21 de junho - dia de são Luís Gonzaga
Considerado o "Patrono da Juventude", São Luís Gonzaga nasceu no ano de 1568 na Corte de Castiglione. Recebeu por parte de sua mãe a formação cristã. Já seu pai o motivava a ser príncipe. Sua família tinha muitas posses mas, graças ao amor de Deus, Luís - desde cedo - deixou-se possuir por esse amor.
Com dez anos de idade, na corte, frequentando aqueles meios, dava ali testemunho do Evangelho e se consagrou a Nossa Senhora. Ali descobriu seu chamado à vida religiosa e queria ser padre. Seu pai, ao saber disso, o levava para festas mundanas, na tentativa de fazê-lo desistir de sua vocação.
Entrou para a Companhia de Jesus onde viveu durante seis anos.
Com pouco mais de vinte anos, faleceu de uma peste que havia se espalhado em Roma.
sábado, 20 de junho de 2015
Papa Francisco compartilha seu olhar espiritual sobre a criação através da “Laudato Si”
VATICANO, 18 Jun. 15 / 05:58 pm (ACI)
Na manhã de hoje foi divulgado oficialmente o texto na
íntegra da nova encíclica do Papa Francisco, intitulada “Laudato Si” (Louvado
Seja). Através deste documento ele compartilha profundas reflexões espirituais
sobre a criação e o ser humano.
No início das suas reflexões o Santo Padre recordou
primeiramente São Francisco de Assis, tomou uma frase dele como título da
encíclica e ressaltou: “Acho que Francisco é o exemplo por excelência do
cuidado pelo que é frágil e por uma ecologia integral, vivida com alegria e
autenticidade”.
“O seu testemunho mostra-nos também que uma ecologia
integral requer abertura para categorias que transcendem a linguagem das
ciências exatas ou da biologia e nos põem em contato com a essência do ser
humano. Tal como acontece a uma pessoa quando se enamora por outra, a reação de
Francisco, sempre que olhava o sol, a lua ou os minúsculos animais, era cantar,
envolvendo no seu louvor todas as outras criaturas”, declarou o Pontífice em
sua encíclica.
O Papa escreve logo que “se nos sentirmos intimamente
unidos a tudo o que existe, então brotarão de modo espontâneo a sobriedade e a
solicitude. A pobreza e a austeridade de São Francisco não eram simplesmente um
ascetismo exterior, mas algo de mais radical: uma renúncia a fazer da realidade
um mero objeto de uso e domínio”.
Por outro lado, segundo o Santo Padre, “São Francisco,
fiel à Sagrada Escritura, propõe-nos reconhecer a natureza como um livro
esplêndido onde Deus nos fala e transmite algo da sua beleza e bondade: ‘Na
grandeza e na beleza das criaturas, contempla-se, por analogia, o seu
Criador’“.
O Santo Padre comentou: “Se tivermos presente a
complexidade da crise ecológica e as suas múltiplas causas, deveremos
reconhecer que as soluções não podem vir de uma única maneira de interpretar e
transformar a realidade. É necessário recorrer também às diversas riquezas
culturais dos povos, à arte e à poesia, à vida interior e à
espiritualidade. Se quisermos, de verdade, construir uma ecologia que nos
permita reparar tudo o que temos destruído, então nenhum ramo das ciências e
nenhuma forma de sabedoria pode ser transcurada, nem sequer a sabedoria
religiosa com a sua linguagem própria”.
O Papa afirma: “Segundo a Bíblia, as relações com Deus,
com o próximo e com a terra romperam-se não só exteriormente, mas também dentro
de nós. Esta ruptura é o pecado. A harmonia entre o Criador, a humanidade e
toda a criação foi destruída por termos pretendido ocupar o lugar de Deus, recusando
reconhecer-nos como criaturas limitadas. Este fato distorceu também a natureza
do mandato de ‘dominar’ a terra (cf. Gen. 1, 28) e de a ‘cultivar e guardar’
(cf. Gen. 2, 15). Como resultado, a relação originariamente harmoniosa entre o
ser humano e a natureza transformou-se num conflito”.
“’Pela palavra de Yahvé foram feitos os céus’ (Sal 33,6).
Assim nos indica que o mundo procedeu de uma decisão, não do caos ou a
casualidade, o qual o enaltece ainda mais”.
O lugar do ser humano na criação
O Papa Francisco considera deste modo que o ser humano,
embora suponha também processos evolutivos, “implica uma novidade que não se
explica cabalmente pela evolução de outros sistemas abertos. Cada um de nós tem
em si uma identidade pessoal, capaz de entrar em diálogo com os outros e com o
próprio Deus”.
“A capacidade de reflexão, o raciocínio, a criatividade,
a interpretação, a elaboração artística e outras capacidades originais
manifestam uma singularidade que transcende o âmbito físico e biológico. A
novidade qualitativa, implicada no aparecimento de um ser pessoal dentro do
universo material, pressupõe uma ação direta de Deus, uma chamada peculiar à
vida e à relação de um Tu com outro tu. A partir dos textos bíblicos,
consideramos o ser humano como sujeito, que nunca pode ser reduzido à categoria
de objeto”.
“O fato de insistir na afirmação de que o ser humano é
imagem de Deus não deveria fazer-nos esquecer que cada criatura tem uma função
e nenhuma é supérflua. Todo o universo material é uma linguagem do amor de
Deus, do seu carinho sem medida por nós. O solo, a água, as montanhas: tudo é
carícia de Deus”, afirma.
Querer a criação, explica o Pontífice, “não significa
igualar todos os seres vivos e tirar ao ser humano aquele seu valor peculiar
que, simultaneamente, implica uma tremenda responsabilidade. Também não requer
uma divinização da terra, que nos privaria da nossa vocação de colaborar com
ela e proteger a sua fragilidade”.
Para o Santo Padre “é evidente a incoerência de quem luta
contra o tráfico de animais em risco de extinção, mas fica completamente
indiferente perante o tráfico de pessoas, desinteressa-se dos pobres ou procura
destruir outro ser humano de que não gosta. Isto compromete o sentido da luta
pelo meio ambiente”.
O Papa sublinha que “é necessário ter apreço pelo próprio
corpo na sua feminilidade ou masculinidade, para se poder reconhecer a si mesmo
no encontro com o outro que é diferente. Assim, é possível aceitar com alegria
o dom específico do outro ou da outra, obra de Deus criador, e enriquecer-se
mutuamente. Portanto, não é salutar um comportamento que pretenda ‘cancelar a
diferença sexual, porque já não sabe confrontar-se com ela’”.
“Recordemos o modelo de São Francisco de Assis, para
propor uma sã relação com a criação como dimensão da conversão integral da
pessoa. Isto exige também reconhecer os próprios erros, pecados, vícios ou
negligências, e arrepender-se de coração, mudar a partir de dentro”.
O Pontífice exorta também os fiéis a “agradecer a Deus
antes e depois das refeições. Proponho aos crentes que retomem este hábito
importante e o vivam profundamente. Este momento da bênção da mesa, embora
muito breve, recorda-nos que a nossa vida depende de Deus, fortalece o nosso
sentido de gratidão pelos dons da criação, dá graças por aqueles que com o seu
trabalho fornecem estes bens, e reforça a solidariedade com os mais
necessitados”.
Os Sacramentos e Maria
Sobre este tema o Pontífice afirma: “Os sacramentos
constituem um modo privilegiado em que a natureza é assumida por Deus e
transformada em mediação da vida sobrenatural. Através do culto, somos
convidados a abraçar o mundo num plano diferente. A água, o azeite, o fogo e as
cores são assumidas com toda a sua força simbólica e incorporam-se no louvor”.
“A mão que abençoa é instrumento do amor de Deus e
reflexo da proximidade de Cristo, que veio para Se fazer nosso companheiro no
caminho da vida. A água derramada sobre o corpo da criança batizada, é sinal de
vida nova. Não fugimos do mundo, nem negamos a natureza, quando queremos
encontrar-nos com Deus”, disse o Papa Francisco.
“A criação encontra a sua maior elevação na Eucaristia. A
graça, que tende a manifestar-se de modo sensível, atinge uma expressão
maravilhosa quando o próprio Deus, feito homem, chega ao ponto de fazer-Se
comer pela sua criatura”, expressou o Santo Padre.
Desta maneira sublinhou: “A participação na Eucaristia é
especialmente importante ao domingo. Este dia, à semelhança do sábado judaico,
é-nos oferecido como dia de cura das relações do ser humano com Deus, consigo
mesmo, com os outros e com o mundo”.
Em seguida, o Pontífice afirma: “Maria, a mãe que cuidou
de Jesus, agora cuida com carinho e preocupação materna deste mundo ferido.
Assim como chorou com o coração trespassado a morte de Jesus, assim também
agora Se compadece do sofrimento dos pobres crucificados e das criaturas deste
mundo exterminadas pelo poder humano”.
“Caminhemos cantando; que as nossas lutas e a nossa
preocupação por este planeta não nos tirem a alegria da esperança”, encoraja o
Papa.
“Deus, que nos chama a uma generosa entrega e a
oferecer-Lhe tudo, também nos dá as forças e a luz de que necessitamos para
prosseguir”, conclui Francisco no final da sua encíclica.
fonte: http://www.acidigital.com/
segunda-feira, 1 de junho de 2015
domingo, 24 de maio de 2015
I Encontro da Animação Bíblico-Missionária do Vicariato de Canoas
realizado em 23/05/2015, na Paróquia São Luís Gonzaga, em Canoas, com o tema "A importância da Palavra na Missão".
terça-feira, 19 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Dom Agenor Girardi é transferido e será o novo Bispo Diocesano de União da Vitória, no Paraná
Nesta quarta-feira, 06 de maio, o Vaticano anunciou que Papa Francisco nomeou Dom Agenor Girardi, até esta data bispo auxiliar de Porto Alegre, para ser o novo bispo diocesano de União da Vitória, no Paraná. A referida diocese estava vacante desde abril de 2014.
A transferência foi divulgada pelo arcebispo Dom Jaime Spengler e por Dom Agenor Girardi nesta manhã, durante entrevista à Rádio Aliança: “Foram quatro anos de muito aprendizado. Sou grato pela acolhida e pelo apoio que tive (...) Não é o bispo que escolhe a diocese. É o Papa quem nomeia! Acolho com essa missão com muita esperança” disse Dom Agenor.
Na Arquidiocese de Porto Alegre, Dom Agenor foi apresentado no dia 08 de abril de 2011. Desde então era o Vigário Episcopal de Canoas e recentemente passou a realizar a missão de vigário geral. Tanto em nível de arquidiocese, como no Regional Sul 3 da CNBB, era o bispo referencial para a Vida Religiosa Consagrada.
Dom Agenor Girardi será o terceiro bispo da história da Diocese de União da Vitória, que estava vacante desde a transferência de Dom João Bosco Barbosa de Sousa, OFM, realizada em abril de 2014. A posse está marcada para a sexta-feira, dia 12 de junho, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, na Paróquia Nossa Senhora do Rocio (Rua Emílio Kroni – Bairro do Rocio União da Vitória – PR).
A Diocese de União da Vitória foi criada pela Bula Pontifícia Qui Divino Consilio, do Papa Paulo VI, no dia 3 de dezembro de 1976. Foi instalada no dia 06 de março de 1977. Atualmente a diocese tem mais de 40 sacerdotes, entre eles 25 do clero secular, doze diáconos permanentes e cerca de quarenta religiosas. As paróquias são 25, com mais de 400 comunidades.
BIOGRAFIA - Dom Agenor, 63 anos, nasceu em 2 de fevereiro de 1952, em Nova Orleans, Santa Catarina. É religioso da Congregação dos Missionários do Sagrado Coração. Em 22 de dezembro de 2010, o Papa Bento XVI o nomeou para bispo auxiliar de Porto Alegre. Foi ordenado bispo no dia 25 de março de 2011. Seu lema episcopal - AMETUR COR JESU (Amado seja o Coração de Jesus.). (Leia mais aqui)
A transferência foi divulgada pelo arcebispo Dom Jaime Spengler e por Dom Agenor Girardi nesta manhã, durante entrevista à Rádio Aliança: “Foram quatro anos de muito aprendizado. Sou grato pela acolhida e pelo apoio que tive (...) Não é o bispo que escolhe a diocese. É o Papa quem nomeia! Acolho com essa missão com muita esperança” disse Dom Agenor.
Na Arquidiocese de Porto Alegre, Dom Agenor foi apresentado no dia 08 de abril de 2011. Desde então era o Vigário Episcopal de Canoas e recentemente passou a realizar a missão de vigário geral. Tanto em nível de arquidiocese, como no Regional Sul 3 da CNBB, era o bispo referencial para a Vida Religiosa Consagrada.
Dom Agenor Girardi será o terceiro bispo da história da Diocese de União da Vitória, que estava vacante desde a transferência de Dom João Bosco Barbosa de Sousa, OFM, realizada em abril de 2014. A posse está marcada para a sexta-feira, dia 12 de junho, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, na Paróquia Nossa Senhora do Rocio (Rua Emílio Kroni – Bairro do Rocio União da Vitória – PR).
A Diocese de União da Vitória foi criada pela Bula Pontifícia Qui Divino Consilio, do Papa Paulo VI, no dia 3 de dezembro de 1976. Foi instalada no dia 06 de março de 1977. Atualmente a diocese tem mais de 40 sacerdotes, entre eles 25 do clero secular, doze diáconos permanentes e cerca de quarenta religiosas. As paróquias são 25, com mais de 400 comunidades.
BIOGRAFIA - Dom Agenor, 63 anos, nasceu em 2 de fevereiro de 1952, em Nova Orleans, Santa Catarina. É religioso da Congregação dos Missionários do Sagrado Coração. Em 22 de dezembro de 2010, o Papa Bento XVI o nomeou para bispo auxiliar de Porto Alegre. Foi ordenado bispo no dia 25 de março de 2011. Seu lema episcopal - AMETUR COR JESU (Amado seja o Coração de Jesus.). (Leia mais aqui)
Postado por Magnus Regis - Jornalista PASCOM
Em 6 de maio de 2015, às 17h 11min
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Vicariato de Canoas promoveu o I Simpósio Vocacional
O Vicariato de Canoas realizou no sábado, dia 25, o I Simpósio Vocacional, realizado na paróquia Nossa Senhora da Conceição.
O evento teve como tema a reflexão do “Ano da Vida Consagrada”.
O Simpósio é fruto do compromisso que as (arqui) dioceses do país firmaram durante o 1º Simpósio Vocacional do Brasil, realizado em maio de 2014 com o tema: “Ide e anunciai! Vocações diversas para uma grande missão!” Alguns objetivos dos simpósios são de estimular a cultura vocacional na Igreja, valorizar as vocações diversas e animar os irmãos na missão.
A partir da opção do Regional Sul , de que o tema dos simpósios de 2015 seria o Ano da Vida Consagrada, foi que o vicariato de Canoas organizou o seu encontro. A coordenação do Serviço de Animação Vocacional deste vicariato convidou membros das Equipes Vocacionais Paroquiais e em especial todos os religiosos e religiosas. Houve grande participação dos consagrados e consagradas: Irmãos Lassalistas, Irmãs do Imaculado Coração de Maria, Irmãs Paulinas, Irmãs de Notre Dame, Irmãs da Divina Providencia, Freis Capuchinhos, Irmãs Franciscanas Bernardinas, Irmãs Franciscanas PCC, Irmãs Servas do Espirito Santo, Fraternidade Arca de Maria e Irmãs Scalabrinianas.
O Simpósio também aconteceu no final de semana em que celebramos o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, por isso, pedimos ao Senhor da messe que envie muitas vocações para as diversas congregações e Institutos de Vida Consagrada presentes e atuantes neste vicariato.
Pe. Claudio D’Angelo Castro
Animador Vocacional da Arquidiocese de Porto Alegre
Animador Vocacional da Arquidiocese de Porto Alegre
Postado por Magnus Regis - Jornalista PASCOM
Em 28 de abril de 2015, às 16h 58min
Em 28 de abril de 2015, às 16h 58min
quarta-feira, 29 de abril de 2015
domingo, 26 de abril de 2015
Dom Jaime Spengler é o novo presidente da CNBB Regional Sul 3
Reunidos em Aparecida, São Paulo, o episcopado gaúcho elegeu na noite desta quinta-feira, 23 de abril, a nova presidência do Regional Sul 3 (Rio Grande do Sul) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. O mandato é de quatro anos.
Dom Jaime Spengler, arcebispo metropolitano de Porto Alegre, foi eleito o novo presidente. Até a eleição, a entidade era presidida pelo bispo de Novo Hamburgo, Dom Zeno Hastenteufel.
O novo vice-presidente é o Bispo Diocesano de Erechim, Dom José Gislon, OFMCap. Já o Bispo Diocesano de Cachoeira do Sul, Dom Remídio José Bohn foi reeleito secretário da entidade.
O Regional Sul 3 da CNBB reúne quatro arquidioceses: Porto Alegre, Santa Maria, Passo Fundo, Pelotas; e outras 14 dioceses: Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Osório, Montenegro, Bagé, Rio Grande, Uruguaiana, Santo Ângelo, Santa Cruz do Sul, Cachoeira do Sul, Erechim, Frederico Westphalen Cruz Alta e Vacaria.
Novo Presidente
Natural de Gaspar/SC, Dom Jaime Spengler, 54 anos, é o sétimo arcebispo de Porto Alegre. É religioso da Ordem dos Frades Menores, OFM. Em 10 de novembro de 2010 foi nomeado pelo Papa Bento XVI, bispo titular de Patara e auxiliar da Arquidiocese de Porto Alegre. Foi ordenado bispo no dia 05 de maio de 2011. No dia 18 de setembro de 2013, o Papa Francisco o nomeou arcebispo de Porto Alegre, sendo empossado no 15 de novembro. No dia 29 de março de 2014, o Papa Francisco o nomeou como membro da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica. Em 2015, na 53ª Assembleia Geral da CNBB, foi eleito presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada.
Postado por Magnus Regis - Jornalista PASCOM
Em 24 de abril de 2015, às 15h 54min
Em 24 de abril de 2015, às 15h 54min
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