quinta-feira, 7 de maio de 2015

Dom Agenor Girardi é transferido e será o novo Bispo Diocesano de União da Vitória, no Paraná


Nesta quarta-feira, 06 de maio, o Vaticano anunciou que Papa Francisco nomeou Dom Agenor Girardi, até esta data bispo auxiliar de Porto Alegre, para ser o novo bispo diocesano de União da Vitória, no Paraná. A referida diocese estava vacante desde abril de 2014.

A transferência foi divulgada pelo arcebispo Dom Jaime Spengler e por Dom Agenor Girardi nesta manhã, durante entrevista à Rádio Aliança: “Foram quatro anos de muito aprendizado. Sou grato pela acolhida e pelo apoio que tive (...) Não é o bispo que escolhe a diocese. É o Papa quem nomeia! Acolho com essa missão com muita esperança” disse Dom Agenor.

Na Arquidiocese de Porto Alegre, Dom Agenor foi apresentado no dia 08 de abril de 2011. Desde então era o Vigário Episcopal de Canoas e recentemente passou a realizar a missão de vigário geral. Tanto em nível de arquidiocese, como no Regional Sul 3 da CNBB, era o bispo referencial para a Vida Religiosa Consagrada.

Dom Agenor Girardi será o terceiro bispo da história da Diocese de União da Vitória, que estava vacante desde a transferência de Dom João Bosco Barbosa de Sousa, OFM, realizada em abril de 2014. A posse está marcada para a sexta-feira, dia 12 de junho, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, na Paróquia Nossa Senhora do Rocio (Rua Emílio Kroni – Bairro do Rocio União da Vitória – PR).

A Diocese de União da Vitória foi criada pela Bula Pontifícia Qui Divino Consilio, do Papa Paulo VI, no dia 3 de dezembro de 1976. Foi instalada no dia 06 de março de 1977. Atualmente a diocese tem mais de 40 sacerdotes, entre eles 25 do clero secular, doze diáconos permanentes e cerca de quarenta religiosas. As paróquias são 25, com mais de 400 comunidades.

BIOGRAFIA - Dom Agenor, 63 anos, nasceu em 2 de fevereiro de 1952, em Nova Orleans, Santa Catarina. É religioso da Congregação dos Missionários do Sagrado Coração. Em 22 de dezembro de 2010, o Papa Bento XVI o nomeou para bispo auxiliar de Porto Alegre. Foi ordenado bispo no dia 25 de março de 2011. Seu lema episcopal - AMETUR COR JESU (Amado seja o Coração de Jesus.). (Leia mais aqui)



Em 6 de maio de 2015, às 17h 11min

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Vicariato de Canoas promoveu o I Simpósio Vocacional

O Vicariato de Canoas realizou no sábado, dia 25, o I Simpósio Vocacional, realizado na paróquia Nossa Senhora da Conceição.
O evento teve como tema a reflexão do “Ano da Vida Consagrada”.


O Simpósio é fruto do compromisso que as (arqui) dioceses do país firmaram durante o 1º Simpósio Vocacional do Brasil, realizado em maio de 2014 com o tema: “Ide e anunciai! Vocações diversas para uma grande missão!” Alguns objetivos dos simpósios são de estimular a cultura vocacional na Igreja, valorizar as vocações diversas e animar os irmãos na missão.

A partir da opção do Regional Sul , de que o tema dos simpósios de 2015 seria o Ano da Vida Consagrada, foi que o vicariato de Canoas organizou o seu encontro. A coordenação do Serviço de Animação Vocacional deste vicariato convidou membros das Equipes Vocacionais Paroquiais e em especial todos os religiosos e religiosas. Houve grande participação dos consagrados e consagradas: Irmãos Lassalistas, Irmãs do Imaculado Coração de Maria, Irmãs Paulinas, Irmãs de Notre Dame, Irmãs da Divina Providencia, Freis Capuchinhos, Irmãs Franciscanas Bernardinas, Irmãs Franciscanas PCC, Irmãs Servas do Espirito Santo, Fraternidade Arca de Maria e Irmãs Scalabrinianas.




O Simpósio também aconteceu no final de semana em que celebramos o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, por isso, pedimos ao Senhor da messe que envie muitas vocações para as diversas congregações e Institutos de Vida Consagrada presentes e atuantes neste vicariato.

Pe. Claudio D’Angelo Castro
Animador Vocacional da Arquidiocese de Porto Alegre



Postado por Magnus Regis - Jornalista PASCOM
Em 28 de abril de 2015, às 16h 58min

domingo, 26 de abril de 2015

Dom Jaime Spengler é o novo presidente da CNBB Regional Sul 3

Reunidos em Aparecida, São Paulo, o episcopado gaúcho elegeu na noite desta quinta-feira, 23 de abril, a nova presidência do Regional Sul 3 (Rio Grande do Sul) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. O mandato é de quatro anos.


Dom Jaime Spengler, arcebispo metropolitano de Porto Alegre, foi eleito o novo presidente. Até a eleição, a entidade era presidida pelo bispo de Novo Hamburgo, Dom Zeno Hastenteufel.

O novo vice-presidente é o Bispo Diocesano de Erechim, Dom José Gislon, OFMCap. Já o Bispo Diocesano de Cachoeira do Sul, Dom Remídio José Bohn foi reeleito secretário da entidade.

O Regional Sul 3 da CNBB reúne quatro arquidioceses: Porto Alegre, Santa Maria, Passo Fundo, Pelotas; e outras 14 dioceses: Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Osório, Montenegro, Bagé, Rio Grande, Uruguaiana, Santo Ângelo, Santa Cruz do Sul, Cachoeira do Sul, Erechim, Frederico Westphalen Cruz Alta e Vacaria.

Novo Presidente
Natural de Gaspar/SC, Dom Jaime Spengler, 54 anos, é o sétimo arcebispo de Porto Alegre. É religioso da Ordem dos Frades Menores, OFM. Em 10 de novembro de 2010 foi nomeado pelo Papa Bento XVI, bispo titular de Patara e auxiliar da Arquidiocese de Porto Alegre. Foi ordenado bispo no dia 05 de maio de 2011. No dia 18 de setembro de 2013, o Papa Francisco o nomeou arcebispo de Porto Alegre, sendo empossado no 15 de novembro. No dia 29 de março de 2014, o Papa Francisco o nomeou como membro da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica. Em 2015, na 53ª Assembleia Geral da CNBB, foi eleito presidente da  Comissão para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada.

Postado por Magnus Regis - Jornalista PASCOM
Em 24 de abril de 2015, às 15h 54min

quarta-feira, 1 de abril de 2015

SEMANA SANTA

A Semana Santa é o centro, o cume de todo o Ano Litúrgico, por celebrarem-se nela os grandes mistérios da nossa Redenção.

TRÍDUO PASCAL

O tríduo Pascal começa com a missa vespertina da Ceia do Senhor, alcança seu cume na Vigília Pascal e se fecha com as vésperas do Domingo de Páscoa.

Esses três dias, formam uma unidade, e como tal devem ser considerados. Por conseguinte, a Páscoa Cristã consiste essencialmente em uma celebração de três dias, que compreende as partes sombrias e as facetas brilhantes do mistério salvífico de Cristo. As diferentes fases do mistério pascal se estendem ao longo dos três dias como em um tríptico: cada um dos três quadros ilustra uma parte da cena; juntos formam um tudo. Cada quadro é em si completo, mas deve ser visto em relação com os outros dois.

QUINTA-FEIRA SANTA

Abertura do Tríduo Sagrado. Neste dia comemoramos a Última Ceia, na qual Jesus nos deu o Mandamento novo da Caridade e instituiu a Santa Missa, a Comunhão e o Sacerdócio Católico.

Instituição da Eucaristia e Cerimônia do Lava-pés: com a Missa da Ceia do Senhor, celebrada na tarde de quinta-feira, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e comemora a Última Ceia, na qual Jesus Cristo, na noite em que vai ser entregue, ofereceu a Deus-Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou para os Apóstolos para que os tomassem, mandando-lhes também oferecer aos seus sucessores.

Nesta missa faz-se, portanto, a memória da instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Durante a missa ocorre a cerimônia do Lava-Pés que lembra o gesto de Jesus na Última Ceia, quando lavou os pés dos seus apóstolos.

A Homilia desta missa fala sobre a caridade ensinada e recomendada por Jesus Cristo. No final da Missa, faz-se a chamada Procissão do Translado do Santíssimo Sacramento onde se tem o costume de fazer a adoração do Santíssimo.

SEXTA-FEIRA SANTA

Dia do grande luto da Igreja: dia da Paixão e Morte de Nosso Senhor, dia de jejum e abstinência. 

Neste dia não se celebra a Santa Missa: a Paixão de Jesus é recordada na Solene Ação Litúrgica.

Celebra-se a paixão e morte de Jesus Cristo. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia que, ao contrário do que muitos pensam, não deve ser vivido em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna.

Às 15 horas, horário em que Jesus foi morto, é celebrada a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Depois deste momento não há mais comunhão eucarística até que seja realizada a celebração da Páscoa, no Sábado Santo.

SÁBADO SANTO

É a noite mais sagrada de todo o ano litúrgico, quando a Santa Igreja vela em oração, esperando o triunfo de Nosso Senhor.

Cinco elementos compõem a liturgia da Solene Vigília Pascal: a Bênção do fogo novo e do Círio Pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a liturgia da Palavra, que é uma série de leituras sobre a história da Salvação; a Bênção da Água Batismal e a renovação das promessas do Batismo e, por fim, a liturgia Eucarística.

No Sábado Santo ou Sábado de Aleluia, a principal celebração é a "Vigília Pascal". Inicia-se na noite do Sábado Santo em memória da noite santa da ressurreição gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo. É chamada "A mãe de todas as santas vigílias", porque a Igreja mantém-se de vigília à espera da vitória do Senhor sobre a morte.

DOMINGO DE PÁSCOA - Ressurreição, a vitória de Cristo Nosso Senhor

O temor dos discípulos em razão da morte de Jesus na Sexta-Feira transforma-se em esperança e júbilo. É a partir deste momento que eles adquirem força para continuar anunciando a mensagem do Senhor.

Condenado à morte na cruz e sepultado, ressuscitou três dias após, num domingo. A ressurreição de Jesus Cristo é o ponto central e mais importante da fé cristã. Através da sua ressurreição, Jesus prova que a morte não é o fim e que Ele é, verdadeiramente, o Filho de Deus.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Papa Francisco convocou um Ano Santo

Papa Francisco. Foto: Daniel Ibáñez / Grupo ACI

WASHINGTON DC, 26 Mar. 15 / 02:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- O surpreendente anúncio do Papa Francisco sobre a realização de um Ano Santo da Misericórdia levou os católicos a aprofundarem no significado do acontecimento que para alguns pode resumir-se em que o Santo Padre quer que todos saibam quanto Deus os ama.

Em 13 de março, o Papa Francisco anunciou na Basílica de São Pedro a celebração de um Jubileu Extraordinário da Misericórdia, que começará a finais deste ano na solenidade da Imaculada Conceição, 8 de dezembro, e terminará na solenidade de Cristo Rei, em 20 de novembro de 2016.


A Ordem sacerdotal dos Padres da Misericórdia, que se descreve como "de pregação missionária itinerante", manifestou sua particular alegria por esta decisão. "Vemos de primeira mão a realidade e beleza da conversão, a misericórdia de Deus em ação", disse o Pe. Wade ao Grupo ACI.


"A misericórdia é quem Deus é. É o segundo nome do amor", disse por sua parte o Pe. Menezes, para quem a conversão é a sua "expressão mais concreta", citando a encíclica de São João Paulo II Dives in Misericórdia (1980) sobre a misericórdia divina.


"Deus está mais interessado em nosso futuro que em nosso passado", explicou o sacerdote, já que Ele leva a sério o pecado passado, mas nunca "como a última palavra" porque "quer que cada um de nós se converta na 'melhor versão' de nós mesmos, o qual Ele espera para cada um de nós, de maneira pessoal, em sua eterna e divina mente, e isto requer conversão".


Isto é exatamente o que o Papa Francisco tem em mente ao anunciar o Ano da Misericórdia, disse Kathryn Jean Lopez, diretora fundadora de Vozes Católicas nos Estados Unidos.


"Em nossas ocupadas, frenéticas e algumas vezes bifurcadas vidas, muitas vezes não encontramos o tempo para o silêncio de um exame de consciência. Este Papa é um diretor espiritual jesuíta para o mundo que nos impulsiona a ver o muito que Deus nos ama, reorientando nossos corações para o Seu", disse López ao Grupo ACI.


Em lugar de propor algo radicalmente novo, assinalou López, o Papa Francisco continua a devoção à misericórdia de seus predecessores São João Paulo II e o Papa Emérito Bento XVI.


"O Papa João Paulo II amava a Divina Misericórdia, o Papa Bento, eu o chamaria o apóstolo da Divina Misericórdia. Bento XVI também diria que a Divina Misericórdia é o nome de Deus mesmo", disse.


"Os católicos fazem o trabalho de educar, atender o moribundo, cuidar do doente, alimentar o faminto, visitar os presos, acompanhar os que estão sozinhos. Este é o encontro do qual fala o Papa Francisco", disse López, ao recordar logo as obras de misericórdia corporais.


"Uma mensagem de misericórdia leva as pessoas para a porta a fim de encontrarem livremente o coração de Cristo na vida sacramental da Igreja", acrescentou López.


Segundo o site do Vaticano, o ano jubilar tem suas raízes na lei monástica quando cada quinquênio se fazia sagrado para o povo judeu. As dívidas eram perdoadas, os escravos libertados e as terras voltavam para seus "donos originais".


Os jubileus ordinários ocorrem a cada 25 ou 50 anos enquanto que os jubileus extraordinários se convocam por alguma ocasião transcendental. Dois jubileus extraordinários foram convocados no século 20: em 1933 para comemorar os 1900 anos da redenção de Cristo no ano 33; e 1983 em seus 1950 anos.


O ano jubilar é um "ano santo" marcado por atos de fé, caridade e "comunhão fraterna", destaca-se no site do Vaticano.


"Estou convencido de que toda a Igreja poderá encontrar neste Jubileu a alegria de redescobrir e fazer fecunda a misericórdia de Deus, com a qual todos somos chamados a dar consolo a cada homem e cada mulher de nosso tempo", disse o Papa Francisco depois de anunciar o ano jubilar.

"A partir deste momento, encomendamos este Ano Santo à Mãe da Misericórdia para que dirija a nós seu olhar e vele em nosso caminho", concluiu o Papa.


Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/o-papa-convocou-um-ano-santo-o-que-isto-quer-dizer-24156/